“Nada mais indispensável que o supérfluo…”
Bom, vocês já devem ter observado que eu evito escrever coisas do tipo “tem que ter”, “must have” etc… Não que às vezes eu não pense ou fale brincando assim com minhas amigas, mas quando a gente escreve as palavras podem tomar uma conotação diferente daquela que a gente quer transmitir realmente. Quando falamos assim – “Ai, tenho que ter esta bolsa!”, “Não sobrevivo sem este casaco” rsrs!, “Não sou ninguém se não tiver esta calça” rsrsrs! – estamos usando a força da expressão para mostrar o quanto desejamos certo item, né? Eu brinco que a gente não precisa de mais nada, inventamos “necessidades” porque assim fica mais divertido, mais “leve”. E é assim que encaro a moda: uma diversão, alegria e estímulo para uma série de coisas.
Bom, mas por que o parágrafo acima cheio de justificativas? Para abrir uma exceção e escrever:
Gente! Para tudo!!!! Uma jaqueta de couro preta é tudo em um guardarroupa!”Tem que ter” rsrsrs!!!!!
Uma série de fotos para mostrar a “necessidade” de se possuir uma…
Well… e eu não poderia deixar de postar uma foto com a minha jaqueta de couro preferida. Fui a um jantar na quarta – infelizmente esqueci, pra variar! – de tirar fotos do look de corpo inteiro, mas o Juan Guerra clicou para o Glamurama e eu “roubei” a foto dele, que ficou ainda mais especial porque eu encontrei na festa a minha querida, amada, idolatrada, salve salve!, Costanza Pascolato.
Ah! Já viram o blog da Consuelo, filha dela? Tem que ler!