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30 abril, 2013Por Betina Siegmann

Uma viagem que amamos foi para a África do Sul e quis dividir essas dicas com vocês

Normalmente organizo as minhas viagens “all by myself”, mas nessa viagem segui a dica da minha amiga Carol B. e usei o serviço da Atlantic Connection, operadora especializada em África. Curtimos bastante porque entenderam total o nosso espírito, nos prepararam um roteiro bacana – mesclando dicas imperdíveis turísticas e “locais”, com um custo-beneficio ótimo e nos deram dicas bem pouco óbvias que foram o ponto alto da viagem.

África do Sul – infos essenciais:

* Como ir? vôo da South African Airlines no trecho são Paulo – Johanesburgo. E a partir de Johanesburgo se pegam os vôos interno.

* Quanto tempo ficar? A nossa viagem teve 8 dias de duração e na nossa opinião foi perfeito!

* Qual o roteiro fizemos? 2 dias de Safári no Kapama River Lodge e 5 noites em Cape Town. E decidimos não parar em Johanesburgo.

– Safári: fizemos o nosso Safári em uma reserva privada chamada Kapama que fica bem pertinho do Kruger National Park. Lá ficamos no Kapama River Lodge – acabamos ficando na Royal Suíte (upgrade!) e amamos. Mesmo os quartos mais simples são legais. A comida é ótima e isso é importante porque você está no meio do nada e faz todas as refeições lá. E o Safári em si foi demais – são 2 por dia (um bem cedinho e outro no fim da tarde) e vimos um monte de animais. Foi o máximo!

– Cape Town: Ficamos no Ambassador Hotel, em Bantry Bay. Ele não fica no famoso Waterfront e essa era a idéia. Queríamos ficar em algum lugar menos turístico e essa foi uma ótima pedida. Outras dicas legais são o Westin Cape Town e o Ezard House em Camps Bay. Alugamos carro em Cape Town e isso fez toda a diferença porque pudemos visitar um monte de coisas legais e ficar totalmente livres quanto a horários (afinal, estávamos de férias) e roteiros.

* Passeios em Cape Town e arredores:

– Cape Point (onde fica o Cabo da Boa Esperança). Fomos curtindo o visual até lá e paramos para conhecer a praia de Clifton (1st, 2nd e 3rd beach), conhecemos a praia de Llandudno que é um point de surf e gente bacana, sem contar que é lindo lindo! Entramos em Hout Bay para pegar a Chapman Peak Drive, uma estrada maravilhosa, cheia de mirantes para curtir o visual. Um dos pontos altos da viagem! Depois seguimos até o Cape Point, parque onde fica o Cabo da Boa Esperança e o Diaz Look out. Visual incrível também – mas para mim, esse conjunto “passeio até lá + Cape Point” é que vale a pena. Na volta, paramos em Boulders, praia onde fica uma colônia de pingüins. E também na University of Cape Town, que é bem bonita.

– Programa delicioso, fora do circuito turístico: The Market, no The Old Biscuit Mill, sábado de manhã. O lugar é legal pra ser visitado em qq dia, mas no sábado tem um mercado demais, com roupas descoladas e barraquinhas com todo tipo de comida. A rua do mercado também merece um passeio, cheia de lojinhas e restaurantes legais.

– Jardim Botânico de Kirstenbosch + La Colombe: O jardim botânico é simplesmente lindo, programinha relax para dar uma andada e curtir o visual. Aproveitamos para ir lá no fim da manhã e já fomos direto para a vinícola Constantia Uitsig onde fica o restaurante La Colombe que é divino. Melhor refeição da viagem num lugar lindo!

– Table Mountain: cartão postal de Cape Town, tem uma bondinho para subir nela. Deixamos para o ultimo dia que era sábado e tinha uma fila gigante… Desistimos!

– Vinícola Vergelegen + R44 + Hermanus + The Marine: Fomos na vinícola de Vergelen, que é a mais antiga da África do Sul. Saímos de Cape Town e dirigimos até lá – curtimos o visual da vinícola, passeamos e comemos no Restaurante Lady Philips e estava ótimo. De lá pegamos a estrada R44 – visual maravilhoso – e fomos até Hermanus. Hermanus é uma cidade bem praiana e é considerado o melhor lugar de observação de baleia do mundo. E justamente os meses que elas vêem para a costa da África do Sul é setembro e outubro. Tem vários pontos de observação e o Adriano tinha nos dado a dica de ir para o Sievers Punt e de fato foi fantástico. Vimos um monte de baleias – umas mais perto, outras mais longe. Muito legal. Finalizamos o nosso passeio em Hermanus, indo conhecer o Hotel The Marine que é um Relais & Chateaux que tem lá, e fizemos um lanche no restaurante com direito a um visual lindo!

– Signal Hill – nos deram a dica de pegar o pôr do sol em Signal Hill, um morro super alto dentro de Cape Town. Fomos lá curtir o visual e a vista para a cidade é super bonita. Lá de cima, você vê Cape Town + Table Mountain + Lion’s Head (outro morro super alto)

– O principal ponto turístico e de compras de Cape Town é o Victoria and Alfred Waterfront, um complexo enorme com shopping, restaurante, prédios comerciais e hotéis. Mas o “miolo” mesmo do Waterfront é o shopping Victoria Wharf – é lá que são as lojas mais legais e os restaurantes mais legais do Waterfront. Lá tem lojas como Gucci, Mac, Louis Vuitton, Burberry,… Tem que cuidar com o “enganation”, por exemplo, a loja da Polo que tem lá é uma falsificação da Pólo by Ralph Lauren… O layout da loja é idêntico e o famoso “cavalinho” fica pro lado oposto… Má fé total!

* Restaurantes em Cape Town: La Colombe (na Vinícola Constantia Uitsig), Salt (restaurante do hotel Ambassador) e The Test Kitchen (do chef Luke Dale Roberts no The Old Biscuit Mill, em Woodstock. Esquema menu degustação. Imperdível!).

* Restaurantes fora de Cape Town:

– Almoço no Bistro 1682. Fica dentro do Steemberg State, na Steemberg Road. é um espaço com hotel, spa, campo de golf e tem esse restaurante descolado e delicioso! O almoço acaba às 16, mas depois fica um esquema de tapas muito bom até anoitecer.

– Jantar no Tasting Room, dentro do Hotel Le Quartier Français em Franschhoek (região de vinícolas). Fica há pouco menos de 2hs de Capetown, então o esquema é dormir uma noite no hotel (um relais & chateaux) ou alugar um carro com motorista, para voltar tranqüilo do menu degustação de 8 pratos harmonizados com vinho. O restaurante é da chef premiadíssima Margot Janse. Se você não conseguir se esquematizar para o jantar, é possível almoçar uma seleção de tapas deliciosas e super diferentes no Common Room, da mesma chef.

* Clima e roupas: No Safári faz muito frio de manhã e quando anoitece, então levamos cashmere, casaco, cachecol, luva e foi super necessário mesmo. Levamos biquíni e afins tmb para tomar um sol e tmb foi bom! Protetor solar e repelente são super necessários. já em Cape Town, venta bastante, então tmb sempre é bom levar uma malha e casaco (como estávamos de carro – era super fácil). Todo mundo se veste de maneira bem relax na África do Sul.

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Betina Siegmann – Tem a ver comigo

 

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3 Comentário:África do Sul – surpreendente!

  1. Rogéria

    Amei as dicas e estou me programando para ir a África do Sul ano que vem.
    Bj

  2. Helena

    Meninas,
    O que aconteceu com o blog da Betina, vcs sabem? Saiu do ar??
    Beijos!!!!!!!

  3. Sophia Alckmin

    Oi Helena,
    Infelizmente a Betina não tem mais o blog, ela tirou do ar. Uma pena, né?! Mas por enquanto ela continua aqui com a gente!!!
    Beijos mil,
    Sophia