14 março, 2011Por Cris Tamer

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11 março, 2011Por Cris Tamer

Vejam que legal o passo-a-passo de uma pulseira trançada que vi no blog honestlywtf. Com certeza irei fazer uma pra mim!

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11 março, 2011Por Betty Girls

Na próxima segunda-feira completo seis meses de Betty e tenho novidades! A partir de hoje estarei por aqui as terças com os posts sobre arquitetura e decoração e as sextas com dicas sobre assuntos diversos – filmes, livros, teatro, restaurantes, exposições e afins.  Não sou nenhuma crítica ou expert, apenas gosto muito desse universo, ok? Espero que seja tão legal para vocês quanto está sendo para mim!!!

Para começar em alto estilo, vamos falar de moda – afinal é o carro chefe do blog, certo? Essa semana estive no Museu da Casa Brasileira para conferir a exposição dos 20 anos de carreira da estilista Glória Coelho.

Primeiro o museu: com sede no Solar Fábio Prado – edificação de estilo neoclássico, construída na década de 40, com 1200m², para ser a morada do casal Fábio da Silva Prado e Renata Crespi da Silva Prado – situado no número 2705 da Avenida Brigadeiro Faria Lima, o Museu da Casa Brasileira é uma ótima opção para um almoço caprichado (o restaurante reinaugurou reformado ontem!) seguido de uma tarde cultural. Com programação variada, baseada principalmente na arquitetura, mobiliário e design nacionais, o museu conta sempre parte da história da produção brasileira nesses setores. A casa e o jardim, por si sós, já valem a visita!

Fotos antigas e a última cor da fachada antes da reforma.

A fachada hoje – restaurada como na época de sua construção.

Voltando à Glória, a exposição está linda, leve e a visita tanto pode ser bem rapidinha como demorar uma tarde toda – para captar os mínimos detalhes. Destaque para os books com fotos de todas as coleções na ante-sala e as lindas fotos da entrada!

As primeiras peças – 1996 e 1997.

Geral da exposição – a “Linha do Tempo” que dá nome à mostra

Minhas preferidas:

3D de luxo - outono-inverno 2003 - e Macro & Micro - outono-inverno 2010

Universo – coleção primavera-verão 2009/2010

Peças do desfile primavera-verão 2009/2010 – já no final do “percurso”

Peço desculpa pela má qualidade das fotos. Achei que não pudesse tirá-las – na verdade só não pode usar o flash – e não levei máquina. Como podia, acabei fazendo as fotos com o celular… (I Love Steve Jobs!!!)

Fotos: Bettys

Postado por: Michelle Mariotto

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10 março, 2011Por Betty Girls

No post da semana passada, aqui, a Aninha deixou um comentário que eu achei melhor responder em forma de post, por causa das fotos que eu queria mostrar e porque achei que podia interessar a mais gente.

Trecho do comentário, para todo mundo entender: “Tenho uma dúvida quanto a aplicação: Ouvi dizer que é tendência aplicar o papel também no teto em ambientes pequenos, isso é legal mesmo???”

Tenho visto fotos desse uso e acho que funciona, sim, mas não em ambientes pequenos e sim em ambientes de passagem, como no hall e no lavabo, que é o caso da Aninha. Ainda assim você tem que ter uma personalidade moderna e inovadora para optar por uma solução como essa! Já em ambientes de permanência, como um living ou dormitório, acho que “pesa” bastante, fica opressivo, mesmo que seja um papel discreto. Nesses casos, ainda prefiro o bom e velho forro branquinho – principalmente nos apartamentos de pés-direitos baixos de hoje em dia! – contrastando com uma cor um pouco mais forte – seja pintura ou papel – na parede.

Outra dica de uso é sempre fazer a marcação da passagem da parede para o forro usando uma moldura. Caso contrário vai parecer que você está num fundo infinito ou num caixote, por conta da continuidade do material.

Vamos às fotos?

Aqui o papel está só no teto. Com essa cor de parede ficou bem chamativo, mas imagino o quanto ficaria elegante com essa mesma moldura – mais clássica – em branco ou mesmo seguindo a cor da parede num tom de cinza…

Essa também é uma ideia que me agrada. O papel da parede é bem marcado, com desenhos grandes e bastante cor enquanto o do teto tem só umas nuances da cor do primeiro, mas sem desenho e com a moldura fazendo a transição entre um e outro.

Essas duas fotos trazem uma solução bastante interessante. Vocês percebem como a aplicação do papel ameniza o volume indesejável das vigas? É a tal da continuidade que, com ilusão de ótica, quase transforma tudo numa coisa só!

Agora vamos ao mesmo papel cobrindo tudo. As fotos são de três dormitórios.

Nessas duas primeiras temos situações de teto inclinado, que cria volumes diferentes e até dispensam o uso de moldura. Assim mesmo – até na primeira foto que tem um papel mais suave – acho que ficar muito tempo nesses espaços pode causar cansaço e até mesmo uma certa irritação.

Aqui temos dois em um. De um lado a continuidade sem moldura e do outro a moldura “quebrando” a unidade do papel. Cubram a moldura com a mão e depois cubram o outro lado deixando só o efeito da moldura para verem quanta diferença!

Fotos: Reprodução

Postado por: Michelle Mariotto

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