25 março, 2014Por Michelle Mariotto

No início da minha adolescência, muito antes de passar pela minha cabeça que seria arquiteta, eu tinha um sonho doido!

Que quando tivesse a minha própria casa, teria um ambiente reservado apenas para TV. Mas não seria uma simples sala de televisão, um corriqueiro home theater. Seria o MEU cinema em casa, nada convencional.

Piso coberto por estofado, cheio de almofadas fofas e aconchegantes por cima (proibido entrar calçado, of course!). Todos os equipamentos e acessórios ficariam em nichos, para que a sala tivesse todo o espaço livre para que eu e minha família e/ou convidados pudéssemos nos espalhar com o máximo de conforto e desfrutar de sessões intermináveis de filmes e pipoca.

Agora, mais crescidinha e estando no métier, só acrescentaria um mega, power, master, blaster equipamento de som, projeção e iluminação adequada. E muitos cartazes de filmes pelas paredes!

Devaneios à parte, encontrei fotos de cinemas em casa (ou home theatershome cinemaswhatever…) muito bacanas. Nenhum como o que eu idealizei anos atrás… mas todos eles ambientes de sonho para cinéfilo nenhum botar defeito!

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Este é o mais parecido com o “meu”, que seria ainda mais confortável e convidativo. Huuumm, acho que posso acrescentar uma lareira ao meu programa de necessidades…

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Fotos: Reprodução 

Michelle Mariotto

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24 agosto, 2012Por Betty Girls

Há algumas semanas matei o jejum prolongado que estava fazendo das telonas, finalmente!

O filme: Para Roma com amor. Diretor: Woody Allen.

Bastou para ser polêmico? não. O filme conta histórias de personagens distintos e suas trajetórias pelas ruas da cidade. A maioria deles turista, com um e outro nativo para incrementar o roteiro. Elenco de peso. Histórias que não se cruzam. Situações inusitadas, absurdas, reais. Um filme de Woody Allen, afinal. Intrigante.

Ainda não consegui descobrir se gostei ou não do enredo do filme. (não chega aos pés de Midnight in Paris, fato!) Mas foi um ótimo passatempo para uma tarde de domingo, com imagens bacanas da belíssima cidade – que eu esperava ver mais na tela, diga-se de passagem.

Trailer para instigar a curiosidade de quem ainda não viu:

Imagem de Amostra do You Tube

Quem assistiu conseguiu formar uma opinião? Divide comigo!

Fotos: Reprodução

Postado por: Michelle Mariotto

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18 maio, 2012Por Betty Girls

Susie Salmon era uma garota de 14 anos no início de sua adolescência em 1973. Estava começando a descobrir a vida e o amor, quando, voltando da escola, foi atraída pelo vizinho da família e assassinada por ele.

Susie – vivida por Saoirse Ronan

E isso é só o início da história, não estou contando nada demais. O inusitado desse filme é que ele se desenvolve no pós-morte da garota e mostra o paralelo entre a “vida” de Susie depois de sua morte e o caos que vira a realidade de sua família depois desse triste episódio.

O filme é bem curioso, tem alguns efeitos especiais bastante dispensáveis – na minha humilde opinião – que o tornam meio enfadonho em certo momento, mas superado esse obstáculo o enredo nos envolve de um jeito que a gente quer logo ver o final – e que vizinho queime no fogo do inferno!!! O final também é meio forçado, mas o filme vale a pena mesmo assim.

O elenco é um show à parte. Saoirse Ronan faz o papel de Susie – e guardem esse nome, porque a garota tem talento de sobra! Stanley Tucci faz o vizinho assassino em mais uma atuação de babar que lhe rendeu outra indicação ao Oscar. Some-se a isso Rachel Weisz como a mãe da garota, Mark Wahlberg no papel do pai e Susan Sarandon vivendo a avó alcoólatra e desequilibrada e temos um espetáculo garantido!

 

Susan Sarandon como a avó da menina.

E o “monstro” Stanley Tucci no papel do assassino.

Um filme de 2010, mas atemporal e com um assunto sempre atual. Vejam o trailer abaixo!

Imagem de Amostra do You Tube

Imagens: Reprodução

 Postado por: Michelle Mariotto


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27 abril, 2012Por Betty Girls

Ontem à noite finalmente assisti “Sete dias com Marilyn” ou “My week with Marilyn”, que é o título original.

A Lucy – outra amiga fofa e querida – me deu o DVD na semana passada. Disse que não gostou, preciso descobrir por que…

 

Um menino de 23 anos, aficcionado por cinema, meio nerd, de uma família nobre do interior da Inglaterra e muito determinado cisma que vai trabalhar na industria cinematográfica, muda-se para Londres e atormenta a vida de um diretor/produtor até conseguir um trabalho em sua próxima filmagem. O que nem ele imaginava era que o tal filme teria Marilyn Monroe como protagonista em sua primeira viagem a Londres e o impacto que isso tudo teria em sua vida.

Baseado em episódios reais, tirados do diário (que viraram dois livros!) de Colin Clark – o tal garoto – o filme mostra os bastidores da filmagem de “The Prince and the showgirl” e o envolvimento da estrela com o terceiro assistente de direção, o próprio Clark.

Deixando à parte o enredo – que eu gostei bastante – o ponto alto do filme é revelar a mulher por trás do mito. Marilyn era filha de pai desconhecido e de mãe esquizofrênica internada ainda na infância da atriz. Foi criada em casas de estranhos. Era insegura, medrosa, infeliz, atormentada, extremamente carente e abusava da beleza e sensualidade na “personagem” Marilyn Monroe para seduzir a todos à sua volta e se sentir amada. Mas detestava o fato de que muitos aproximavam-se da estrela e não da pessoa.

Some-se a isso a interpretação impecável de Michelle Williams numa atuação de muita sensibilidade e temos um belo passatempo – com cultura, curiosidades e informação como valores agregados.

Michelle Williams posando como a personagem.

Para quem gosta de cinema, esse é um capítulo imperdível da história da sétima arte. Como sempre, para dar um “gostinho”, vejam o trailer no link abaixo.

Imagem de Amostra do You Tube

Imagens: Reprodução 

Postado por: Michelle Mariotto

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