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16 julho, 2013Por Betina Siegmann

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Restaurantes:

Olsen: fui e amei! Restaurante nórdico, super bacana – legal tanto para um brunch como para o jantar. Gente bonita, entradinhas ótimas (pratos nada demais) e um conjunto ótimo. End: Gorriti, 5870 – Palermo Hollywood

La Cabrera: o “point” para comer carne em Palermo Soho. Curti pelo conjunto também – lugar, couvert, comida, etc… Não foi a melhor carne da minha vida (nem de longe), mas curti o programa… Ideal para almoçar! End: José Antonio Cabrera, 5099 – Palermo Viejo

Osaka: restaurante “fusion” japa e peruano – é bem badalado e abriu recentemente em São Paulo; End: Soler, 5608 – Palermo (tem um no Puerto Madero)

Bar 6: esse é das antigas e já fui mais de uma vez. Acho bom para um almoço despretensioso ou só para um pit stop para uma panqueca de dulce de leche e para dar um relax (fora de hora)

La Salamandra: É um dulce de leche e Muzzarela Bar (vi essa dica no Buenos Aires para chicas) – ótima pedida para um sanduba, uma saladinha ou um café da manhã e sem duvida uma parada obrigatória para pedir uma “porción de dulce de leche” alucinante

Cluny: esse é das antigas também e é ali no meio do fervo de Palermo Soho (El Salvador) – boa pedida para um almoço. Comida nada demais, couvert ótimo e conjunto bom!

Mott: Mais uma opção no meio do fervo de Palermo Soho (El Salvador), também para um almocinho despretensioso!

– Outra boa pedida para uma comida “fora de hora” ou uma refeição rápida é o Mark’s – também no meio do fervo de Palermo Soho (El Salvador)

Gran Bar Danzón: fui há muito tempo e amei. Do mesmo dono do Sucre – uma bar especializado em vinho que também é um restaurante.

Sucre: um clássico de Buenos – toda brasileirada já foi lá menos uma vez! Nós também, não acho nada demais – mas é uma dica frequente. End: Sucre, 676

Casa Cruz: fui há muito tempo e curtimos muito. Mas esse é um restaurante que já escutei de tudo e não voltei dessas ultimas duas vezes. End: Uriarte, 1658 – Palermo Viejo

Cabaña Las Lilas: mais um clássico de Buenos – toda brasileirada já foi lá menos uma vez para comer carne! Nós também, não acho nada demais já que (pelo menos para os paulistas) é parecidérrimo com o Figueira Rubayat  – mas é uma dica frequente. End: Alicia Moreau de Justo, 516 – Puerto Madero

Passeios:

MALBA (imperdível para quem curte arte), Bosques de Palermo e Jardim Japonês, Palermo Soho

* Mais dicas: descobri um blog muito legal chamado “Buenos Aires para chicas” – dicas mil! Amei

* Mais dicas: descobri um blog muito legal chamado Inspirits, que dá dicas de onde beber e comer por lá

* Sempre confiro as dicas de restaurantes e bares no Guía Oleo – espécie de “Zagat” Portenho. É só acessar o site e procurar

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6 Maio, 2013Por Betina Siegmann

Vou para Punta desde criança (hábito comum entre os gaúchos, como eu) e amo! Apesar de muita gente ter aquele “pré-conceito” de que Punta é só glamour, cassino e tal – a verdade é que Punta tem programa para todos os gostos e idades e no meu caso é um lugar de se ir com a minha família e mesclar praia, esporte, restaurantes, amigos e baladas.

Então começo as dicas com informações essenciais sobre Punta!

– Como chegar em Punta? você pode pegar vôo para Montevidéu (120km de Punta) ou Punta

A Tam e a Gol voam para lá. Aerolíneas Argentinas também é uma opção.

até existem vôos diretos para Punta – mas normalmente são vinculados a pacotes ou ao fretamento do Hotel Conrad.

Do aeroporto de Montevidéu para Punta rola ir de carro (alugado), de táxi ou de ônibus (mega tranqüilo e confortável e te larga na rodoviária de Punta)

– Quando ir? Punta é legal mesmo no verão, especialmente se for a primeira ida para conhecer. A temporada inicia de verdade lá pelo dia 26 de dezembro e vai até o carnaval. A semana mais badalada é a do Reveillón quando Punta lota! A brasileirada é maioria no reveillon em Punta com predomínio de gaúchos e paulistas! Se você quiser fugir dos brasileiros, sugiro ir em janeiro depois do reveillon.

– Clima: Punta mesmo no verão pode surpreender com um vento bem gelado quando o sol se põe. Então a mala de Punta acaba tendo de short a cashmere, de havaiana a bota, vale sempre levar um casaquinho para o pós praia, uma jaqueta de couro é perfeita…

– Onde ficar? Punta é bem “espalhada” – tu podes te hospedar na Península (parte mais antiga e tradicional de Punta), nos Bosques, na Barra, em Montoya, na Praia Brava, na Praia Mansa, em José Ignácio…

Eu sempre fico na Península – é o lugar que eu mais gosto porque sempre vou no esquema “família”: lá tem edifícios de apartamentos super legais, tem as lojas, padarias, confeitarias, sorveteria, alguns restaurantes, tem o iate clube, o calçadão (rambla) onde se faz esporte (corre/caminhar/andar de bike)… Tem gente de todas as idades, famílias, jovens, criançãs, etc. é onde os gaúchos costumam se hospedar; é onde eu fico desde criança! Dá para fazer um monte de coisa a pé! é a Punta “old school”

Na Barra é tudo mais charmoso e descolado, é inclusive mais perto das praias da moda. é o point dos argentinos e dos jovens. Gosto de ir na Barra para jantar ou curtir um fim de tarde pós praia – nunca me hospedei lá. Deve ser bacana principalmente para uma turma só de galera, jovens e afins

Nos Bosques é onde ficam as casas, é para quem curte um esquema mais família e caseiro. Ali pertinho também tem várias opções de apartamento nos arredores da Roosevelt (avenida importante de Punta) – mas tem que pegar o carro para ir para qualquer lugar.

Jose Ignacio é super longe de Punta (35 km – lembrando que tem trânsito na Barra) – tem gente que curte se hospedar por lá. Tem opções legais de casa para alugar, hotéis charmosos, muitos dos restaurantes mais “hype” são por lá… Mas é uma proposta diferente do que ficar em Punta ou na Barra. Acho que Jose Ignacio é um esquema pra quem quer ficar numa casa fantástica ou num puta hotel como o Vik e fazer a vida meio por lá, sabe? é bem mais rústico, sei lá… Acho que uma coisa é ficar em Jose Ignacio e outra é ficar em Punta. Eu, por exemplo, tenho zero vontade de ficar lá – mas acho que ir para José Ignacio é obrigatório, ir nos restaurantes, ir no La Huella, etc! Acho que só rola se hospedar em Jose Ignacio se tu já conheces bem Punta e arredores e sabe exatamente qual é a de Jose Inacio pra não ter surpresas!

*** IMPORTANTE: acho roubada alugar casa em Punta porque são muito freqüentes os assaltos a casas (infelizmente). Nunca ouvi nenhum relato de violência, mas sei de muitos (muitos mesmos) casos de assaltos a casas durante a temporada ***

– Hotéis: Punta tem todos os tipos de hotéis, os mais conhecidos são o Conrad, Mantra (fica na Barra), Serena (na Mansa, meio fora de mão – mas charmoso e com uma piscina ótima), AWA (hotel butique nos Bosques), L’Auberge (mega tradicional), Playa Vik (Jose Ignacio), Fasano Las Piedras (é no meio do nada numa proposta bem chique e rústica, se essa for a proposta – se joga!), Las Olas (flat na Barra) e depois os menores e tradicionais na Península: Acqua, Remanso, Castilla, London, Best Western, etc…

– Imobiliária em Punta: o que não falta em Punta é Imobiliária. Minha family tem alugado nos últimos anos na Todo Punta com o Rodrigo.

– Programas clássicos (nem todos eu gosto, mas que são clássicos, isso eles são): corrida ou caminhada pelo “calçadão” a beira mar; comer “medialunas calentitas”, ida a Jose Ignacio e comer no La Huella, comer alguma coisa – doce ou salgada – na Boutique do La Bourgogne (é caro e só aceita cash nessa boulangerie), comer waffle no L’Auberge num dia mais feio ou frio, tomar um sorvete na Freddo, no Arlecchino (eu não gosto, mas tem filas quilométricas) ou na Volta (sensacional), comer “o” churros no Manolo, passear pela Barra à noitinha, ir no Conrad conhecer o cassino (eu odeio cassino, mas não podia deixar de dar essa dica), pegar praia em Bikini e tomar alguma coisa no Cactus, ir na Casa Pueblo no pôr do sol, happy hour ou almoço no Serena com pôr do sol (maravilhoso)… A praia rola mais tarde e só enche lá pelas 3 da tarde ou mais tarde. Escurece tarde também. Sempre levar uma malha ou casaquinho para a praia porque costuma dar uma esfriada quando o sol se põe!

– Praias: Bikini (para a galera jovem), Jose Ignacio e de preferência fazer uma reserva para almoçar ou jantar no La Huella, Parador La Caracola (fiz um post sobre ele) em Jose Ignacio, Playa Brava Parada 30 (freqüentado por argentinos e gauchos, não é hype, mas é bacana), Playa Mansa Parada 5 (reduto da gauchada)

– Restaurantes e afins: Punta é um lugar de temporada, então tem lugares que abrem e que fecham a cada novo verão. Após a minha temporada em 2013, fiz um post com um guiazinho dos restaurantes de Punta.

Os que eu mais gosto são: Al Mare (Hotel Serena) e La Huella (em Jose Ignacio) – ambos são legais para almoço e para jantar. Outras alternativas: Café Flô e Baby Gouda (@Barra); Mistura e La Linda (@Manantiales); Namm + Marismo + Almacén El Placer (do mesmo dono do La Bourgogne) + Sarava (@Jose Ignacio); Bosques: La Bourgogne (francês clássico, bem caro!), Floreal (tradicional, comida maravilhosa – super old schoool), L´Incanto (italiano que eu adoro pelo conjunto) e La Table de Jean Paul (do mesmo dono do La Bourgogne); El Palenque e Boca Chica Asados (Parrilla); Península: Boca Chica, Guappa e Virazón – a comida não é nada demais, mas são alternativas por ali.

– Precisa alugar carro ou estar de carro em Punta? SIM – tudo é longe e não rola ficar dependendo de táxi. Eu costumo alugar da Avis, da Thrift, Puntacar ou da Hertz e já pego no proprio aeroporto em Montevideo. Na época do reveillón, elas costumam exigir um número mínimo de diárias. Uma locadora local em Punta é a Mariño, onde aluguei da ultima vez e adorei. Carros bem mais novinhos que os da Avis e Hertz.

No meu blog – tem a ver comigo – criei categoria chamada Punta para facilitar o acesso às informações de lá.

Saludos!

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Tem a ver comigo

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22 abril, 2013Por Betina Siegmann

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O que não faltam são dicas de NY no meu blog – Tem a ver comigo -, então resolvi fazer um “NY Imperdível”… Esse é pra imprimir e levar junto com o passaporte!

– Passeios:
1. Passear pelo Central Park e não deixar de conhecer o Water Reservoir (lindo)
2. Passear pelo SoHo subindo e descendo a Prince e a Spring entre a 6th Ave e a Lafayette Street
3. Passear pelo Village, um charme!
4. Passear pela 57th street, Columbus Circus, ali no miolinho onde tem a Bergdorf e a loja da Apple (como referência)
5. Dar um bom rolê pelo Upper East Side para conhecer, sugiro descer a Madison desde a 85th até a 57th
6. Passear pela Musem Mile – onde fica Guggenheim, Neue Galerie, MET… Um pouco mais pra frente fica a Frick Collection
7. Apesar de eu ter verdadeiro pavor da Times Square, acho que uma vez na vida tem que se ir lá ver aquela muvuca e nunca mais voltar
8. Conhecer a Union Square e arredores
9. Conhecer a região de Flatiron e ver o charmosíssimo Gramercy Park… não deixa de entrar no Eataly.
10. Se tiver tempo, conhecer dar um rolê pelo Brooklin e o Dumbo art district
11. caminhar, caminhar, caminhar…
12. Conhecer o Meatpacking District, o Highline Park (ver post) e o Chelsea Market
13. Conhecer o Eataly – centro gastronômico italiano, imperdível.
14.Dar um rolê por downtown e a região de wall street pelo menos uma vez na vida
14. Conhecer as principais lojas de departamento, nem que seja só como turismo
15. Se gostar de galeria de arte, ir para o Chelsea
16. Passear pelo Upper West Side, conhecer o Lincoln Center e passar na frente (e quem sabe entrar) do Museu de História Natural

– Museus: Fiz um post sobre os principais museus da cidade e se tivesse que escolher um só, eu escolheria o MET (e conheceria a parte de arte moderna e contemporânea + Van Goghs e afins) e passaria pelo menos na frente do Guggenheim, Neue Gallerie, Frick Collection e MoMA

– Restaurantes: meus favoritos – comida gostosa, bom custo-benefício e alto astral
1. Da Silvano e Bar Pitti (lado a lado, do mesmo dono); o Pitti só aceita $$$$
2. Lupa (amo – pedir a carbonara ou amatriciana)
3. Le Bilboquet (no fim, não fechou)… tuna tartare, chicken cajun
4. Hakkasan
5.  Eataly (ir no de massa e dividir uma pizza de entrada e uma massa cacio e pepe)
6. Serafina @61st street
7. Piccola Cucina (pequeninho e comida delícia)
8. comer um milho @Café Habana
9. Buddakan (especialmente pelo astral)
10. Morandi

Fiz uma listinha bem completa com vários restaurantes – vale dar uma olhada

– Compras:
1. Lojas de departamento: Barneys, Bergdorf, Saks (as mais caras), Bloomingdale’s (intermediária), Macys (mais popular)
2. Calça jeans: na Bloomingdale’s é ótimo ou direto nas lojas da seven, diesel, etc (ver post)
3. não vou dar dica de outlet porque não tem a ver comigo (sem frescura, mas não me acho neles e nem perco tempo)
4. Coisas pra casa: William Sonoma + Crate & Barrel + Sur la Table + Bed, Bath & Beyond, Pottery Barn, etc…
5. Fast Fashion: na Broadway (altura da Prince Street @SoHo) vc encontra H&M, Zara, Urban Outfitters, Top Shop, etc. Nos arredores da Union Square e ao lado da Bloomingdale’s também tem!
6. Para esportes: se quiser encontrar tudo num só lugar – Paragon @Union Square; para correr – NY Running Company @Columbus Circle Shops
7. Make up: Sephora + lojas de departamento tipo Bloomie’s onde você encontra tuuuuuudo e o preço é tabelado em qualquer um desses lugares… Por sinal para ver os meus favoritos de make-up, clica aqui
8. Gosto da Zadig & Voltaire, J Crew, Intermix,… Mas acabo comprando mesmo é cashmere por lá e jeans!

– Hotéis: ver post

– Guloseima… comer um macarron @Ladurèe (Madison Ave)

– Café da manhã… Amy’s Bread, Le Pain Quotidien, EAT, LA Café, comprar um iogurte com berries numa déli ou um bagel qualquer…

– Boas fontes de referência: Blog Iamleaving2day da querida Cami e o Blog Táxi Amarelo, ambos cheios de dicas da big apple

Para ver todos os posts de NY @Tem a ver comigo, clica aqui

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8 abril, 2013Por Betina Siegmann

Olá! Estou muito feliz de participar do Bettys com dicas de viagens!

A ideia aqui é dar dicas testadas e aprovadas, que hoje já divido no meu blog – tem a ver comigo – e, a partir de agora, dividirei algumas por aqui – espero que vocês gostem!

Para esse primeiro post escolhi dicas de Saint Barth já que é um destino que anda em alta e muita gente tem perguntado de lá.

– Infos básicas: Saint Barthelemy (ou Saint Barth/Saint Bart/Saint Barts para os “habitués”) é uma ilha francesa que fica bem pertinho de Saint Martin ou Saint Marteen, no Caribe.

– Como chegar: há alguns jeitos de se chegar em Saint Barth e praticamente todos passam por Saint Marteen/Saint Martin. Fiz um post explicando todos os detalhes de como se chegar lá, não deixa de ler!

– Ainda precisa de visto para os brasileiros entrarem em Saint Barth? NÃO para permanências até 90 dias.

– Moeda: A moeda oficial é euro, mas cartão de crédito é aceito em todos lugares, assim como dólar também.

- Quando ir? os melhores meses pra ir é entre dezembro e março, quando todos os restaurantes estão abertos e é mais badalado. Tem alguns meses do ano, que por ser época de furacão no Caribe, os hotéis nem abrem (é por volta de setembro e outubro)

– Precisa alugar carro? SIM pra poder passear bastante pela ilha de um lado pro outro. Alugar @Europcar, Avis, Hertz, Top loc, etc

– Dicas de passeios e praias?

As praias mais bonitas, na minha opinião, são:
– Governeur: super rústica, sem infra nenhuma, mas tem que conhecer – é linda linda linda.
– Saint Jean: é a praia ao lado do aeroporto e é linda. Ali tem o Eden Rock, o Nikki Beach, o Tom Beach – praia bacana de ir. Vale a pena almoçar nos 3! Tanto no Tom Beach como no Nikki Beach é possível alugar espreguiçadeiras, ombrelones e tomar uns drinks na praia!
– Saline: mesmo esquema de Gouverneur - , sem infra nenhuma, mas vale conhecer!
– Flamand: é a praia do Hotel Isle de France – super bonita e vale super a pena almoçar no Hotel. Eles tem um restaurante “pé na areia” literalmente e um outro dentro do Hotel, ambos super legais e com comida ótima.
– Colombier: praia linda e a dica é ir de barco lá (é “point”), mais abaixo nesse post dou a dica de aluguel de barco
– Grand Cul de Sac: é a praia do Hotel Le Sereno – ali é bacana de ir se for almoçar no hotel ou pegar um “day use” por lá. Almoçamos lá uma vez e adoramos – o hotel é super charmoso!
– Shell Beach: também é bem bonita e tem o “Do Brazil”, bar simpático e rústico.

Dependendo da época do ano, os hotéis legais topam que você pague por um “Day use” para curtir a sua infra. Em outros só é possível visitá-los se for para almoçar ou jantar!

- Aluguel de barco: Nós alugamos o nosso barco (foto) na Jicky Marine – dá pra alugar com e sem tripulação e para o dia inteiro ou meio período. Tem tanto Motor Boat (lancha) como Sail Boat (veleiro), dos mais variados tamanhos e bolsos! Programa imperdível para poder ver St Barth de outra perspectiva – sugiro passar por Colombier, Governeur e Saline!

- Restaurantes legais pra almoçar: Nikki Beach (ótimo – tanto a comida como o astral), La Plage@Tom Beach Hotel, Hotel Le Sereno (ótimo), Hotel Isle de France (tem o restaurante “pé na areia” e o outro – comida ótima), Hotel Eden Rock (Sand Bar), Do Brazil @Shell Beach. Importante: o almoço lá é cedo até 15:30hs e depois a cozinha fecha.

– Restaurantes legais pra jantar: Os meus dois favoritos são L’Isola (italiano top) e On the Rocks @Hotel Eden Rock (comida maravilhosa). Tem também o Bagatelle (novidade – fica no porto onde era o Le Bistrô) e o Strand (ao lado do Bonito – já fomos lá 2 vezes e curtimos). Um restaurante bem conhecido e charmoso é o Bonito, mas só vale ir lá quem for alucinado por ceviche, Outro restaurante bem conhecido é o Le Ti St. Barth – fomos uma vez, mas tava bem bode. Ouvi falar que é um lugar astral, mas pelo jeito erramos o dia!). Me deram a dica (alô João e Ivo!) do Le Gaiac @Hotel Le Toiny, como sendo imperdível…No geral lá o traje é relax – dá pra ir de bermuda, dá pra ir de jean ou mais arrumado, como vc quiser – tem de tudo!

– Pra comer fora de hora: Le Creperie em Gustavia, Le Piment no Villa Créole em St. Jean (nada demais, mas é um quebra galho), Maya’s to go (em frente ao aeroporto).
Imperdível: cupcake de chocolate no Maya’s to go… E olha que eu não gosto de cupcake.

– Compras: Cartier, Hermés, Louis Vuitton, Goldfinger pra quem quer comprar Rolex, Longchamp, Patek Philippe, Calypso – multimarca famosa… E o tax free é alto (15%). Ficam em Gustavia, bem na frente do porto.

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– Onde se hospedar:

* Hotéis: Os hotéis mais top são Eden Rock (foto), Isle de France, Le Sereno, Guanahani, Le Toiny. Tem tmb o Christopher, Emeraude Plage, Tom Beach, Le Banane… Na primeira vez que fomos, ficamos no Emeraude Plage e foi ótimo! Pra todo mundo que dou essa dica, adoram! O Hotel tem um ótimo custo-benefício para St. Barth (os hotéis são bem caros lá), fica na praia de Saint Jean (maravilhosa) e é bem localizado. não tem muita mordomia (é tipo um flat), mas os quartos são chalézinhos espaçosos e bem decorados e o hotel é “pé na areia”.

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* Alugar uma casa: St. Barth é cheio de casas (Villas) legais para alugar e é esse foi o nosso esquema na segunda ida (essa é a nossa casa na foto acima). Fiz um post com TODOS os detalhes sobre alugar uma casa lá – nós amamos!

Tem vários sites para alugar villas: Wimco (onde eu aluguei), St. Barth.com,  St-Barths.com, St Barts Villas (o dono é o francês Jean-Loup Ducray, super prestativo)

– Dica exxxxperta: alguns amigos tinham me alertado que é normal a mala ser extraviada a caminho de St. Barth seja no trecho Miami – St. Martin ou acontecer de ela não caber no aviãozinho de St. Martin para Saint Barth e ir só no dia seguinte… E isso de FATO aconteceu comigo nas duas vezes. Como tinham me dado a dica de levar um “kit de sobrevivência” na mala de mão (nãocessaire, biquíni, roupa pra jantar fora no primeiro dia, chinelo, saída de praia, etc) e  isso me salvou e economizou mau humor porque não me pegou desprevenida!

– Academia: pra quem quiser malhar durante a estadia em St Barth, lá tem uma academia bem bacana (pertinho de Gouverneur) que se chama Forma Form Fitness e o fone é 0590-27-51-23

Todas as minhas dicas de St Barth estão reunidas aqui

Postado por Betina Siegmann

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