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27 agosto, 2013Por Betina Siegmann

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Todo ano o meu marido e eu passamos o feriado de corpus christi em NYC – é uma época ótima!.

E, enquanto eu pesquisava os hotéis, achei que valia transformar as minhas pesquisas em um post!

Dicas de hotéis:

@Midtown: a minha Midtown é acima da rua 50 e abaixo da 65!!! Não curto a região da Times Square.

– The London – hotel butique super charmoso com quarto enormes (raridade em NYC), lindo e bem localizado. Bem pertinho do MoMa.

– Aka (Central Park) – flat bacana, bem localizado, quarto grande e como o diferencial de ter uma cozinha – caso a gente queira fazer umas compras no Wholefoods do Columbus Circle Shops para tomar café e tal…

– Loews Regency: beeeeem tradicional – já fiquei lá e curti o tamanho do quarto e a localização é incrível. Vai fechar para reforma em breve

– Helmsley Park Lane: é o que eu vou ficar esse ano porque consegui tarifa corporativa pelo banco e pela localização e pela vista do Central Park (pedi um quarto bom e com vista)

– The Lowell: super bem recomendado, nunca fiquei, parece ser bem chique, a passos da Barneys… Tenho vontade de ficar lá

– Plaza Athenée: fica numa rua residencial bem tranquila e o hotel é bem tradicional! Sei que é bem bom!

– NY Palace… Hotel bem conhecido, mas ouvi por duas pessoas que é decepcionante! Localizado na Madison Ave entre a 50 e a 51.

– Renaissance 57 Hotel: já ficamos nesse hotel (2007) e curtimos na época! Os quartos são menores que os demais, mas é mais barato que os outros! A localização é ótima!

@Soho, Village e afins: aqui reina o charme – hotéis mega descolados, lindos e com quartos minúsculos! Amo ficar nessa região!

Mercer Hotel… no meio do SoHo!!! Localização incrível.

Mondrian… já recebi essa dica de mais de uma pessoa – bacana, astral, quarto bom…

Crosby Street Hotel… Da rede inglesa de hotéis de design – Firmdale – hotel bacana e localização ótima pra quem quer ficar no SoHo

SoHo Grand e The James – ambos são lindos e ficam bem pertinho. Entre SoHo e Tribeca

Cooper Square Hotel… fica no East Village, bem pertinho do Washington Square Park

Greenwich Hotel… Hotel lindo do Robert de Niro – fica no Village com o restaurante Locanda Verde!

Pra quem quer uma alternativa com um preço mais amigo, o Sheraton Four Points SoHo Village é uma boa pedida. Já falei dele aqui.

@Upper East… chiquérrimos! Pra você se sentir no “Gossip Girl”! Nesse feriado no ano passado ficamos na rua 81, no ape de uma amiga, e é bacana tmb ficar por lá. Muitos restaurantes ótimos – as lojas “mara” da Madison Ave… Uma vibe mais “old money” e menos turística

1) The Mark

2) The Surrey

@Chelsea: Pra quem está numa pegada mais “artsy”, ficar no Chelsea é a melhor pedida com todas as suas galerias de arte!

– Hotel Americano, super badalado e animado.

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6 Maio, 2013Por Betina Siegmann

Vou para Punta desde criança (hábito comum entre os gaúchos, como eu) e amo! Apesar de muita gente ter aquele “pré-conceito” de que Punta é só glamour, cassino e tal – a verdade é que Punta tem programa para todos os gostos e idades e no meu caso é um lugar de se ir com a minha família e mesclar praia, esporte, restaurantes, amigos e baladas.

Então começo as dicas com informações essenciais sobre Punta!

– Como chegar em Punta? você pode pegar vôo para Montevidéu (120km de Punta) ou Punta

A Tam e a Gol voam para lá. Aerolíneas Argentinas também é uma opção.

até existem vôos diretos para Punta – mas normalmente são vinculados a pacotes ou ao fretamento do Hotel Conrad.

Do aeroporto de Montevidéu para Punta rola ir de carro (alugado), de táxi ou de ônibus (mega tranqüilo e confortável e te larga na rodoviária de Punta)

– Quando ir? Punta é legal mesmo no verão, especialmente se for a primeira ida para conhecer. A temporada inicia de verdade lá pelo dia 26 de dezembro e vai até o carnaval. A semana mais badalada é a do Reveillón quando Punta lota! A brasileirada é maioria no reveillon em Punta com predomínio de gaúchos e paulistas! Se você quiser fugir dos brasileiros, sugiro ir em janeiro depois do reveillon.

– Clima: Punta mesmo no verão pode surpreender com um vento bem gelado quando o sol se põe. Então a mala de Punta acaba tendo de short a cashmere, de havaiana a bota, vale sempre levar um casaquinho para o pós praia, uma jaqueta de couro é perfeita…

– Onde ficar? Punta é bem “espalhada” – tu podes te hospedar na Península (parte mais antiga e tradicional de Punta), nos Bosques, na Barra, em Montoya, na Praia Brava, na Praia Mansa, em José Ignácio…

Eu sempre fico na Península – é o lugar que eu mais gosto porque sempre vou no esquema “família”: lá tem edifícios de apartamentos super legais, tem as lojas, padarias, confeitarias, sorveteria, alguns restaurantes, tem o iate clube, o calçadão (rambla) onde se faz esporte (corre/caminhar/andar de bike)… Tem gente de todas as idades, famílias, jovens, criançãs, etc. é onde os gaúchos costumam se hospedar; é onde eu fico desde criança! Dá para fazer um monte de coisa a pé! é a Punta “old school”

Na Barra é tudo mais charmoso e descolado, é inclusive mais perto das praias da moda. é o point dos argentinos e dos jovens. Gosto de ir na Barra para jantar ou curtir um fim de tarde pós praia – nunca me hospedei lá. Deve ser bacana principalmente para uma turma só de galera, jovens e afins

Nos Bosques é onde ficam as casas, é para quem curte um esquema mais família e caseiro. Ali pertinho também tem várias opções de apartamento nos arredores da Roosevelt (avenida importante de Punta) – mas tem que pegar o carro para ir para qualquer lugar.

Jose Ignacio é super longe de Punta (35 km – lembrando que tem trânsito na Barra) – tem gente que curte se hospedar por lá. Tem opções legais de casa para alugar, hotéis charmosos, muitos dos restaurantes mais “hype” são por lá… Mas é uma proposta diferente do que ficar em Punta ou na Barra. Acho que Jose Ignacio é um esquema pra quem quer ficar numa casa fantástica ou num puta hotel como o Vik e fazer a vida meio por lá, sabe? é bem mais rústico, sei lá… Acho que uma coisa é ficar em Jose Ignacio e outra é ficar em Punta. Eu, por exemplo, tenho zero vontade de ficar lá – mas acho que ir para José Ignacio é obrigatório, ir nos restaurantes, ir no La Huella, etc! Acho que só rola se hospedar em Jose Ignacio se tu já conheces bem Punta e arredores e sabe exatamente qual é a de Jose Inacio pra não ter surpresas!

*** IMPORTANTE: acho roubada alugar casa em Punta porque são muito freqüentes os assaltos a casas (infelizmente). Nunca ouvi nenhum relato de violência, mas sei de muitos (muitos mesmos) casos de assaltos a casas durante a temporada ***

– Hotéis: Punta tem todos os tipos de hotéis, os mais conhecidos são o Conrad, Mantra (fica na Barra), Serena (na Mansa, meio fora de mão – mas charmoso e com uma piscina ótima), AWA (hotel butique nos Bosques), L’Auberge (mega tradicional), Playa Vik (Jose Ignacio), Fasano Las Piedras (é no meio do nada numa proposta bem chique e rústica, se essa for a proposta – se joga!), Las Olas (flat na Barra) e depois os menores e tradicionais na Península: Acqua, Remanso, Castilla, London, Best Western, etc…

– Imobiliária em Punta: o que não falta em Punta é Imobiliária. Minha family tem alugado nos últimos anos na Todo Punta com o Rodrigo.

– Programas clássicos (nem todos eu gosto, mas que são clássicos, isso eles são): corrida ou caminhada pelo “calçadão” a beira mar; comer “medialunas calentitas”, ida a Jose Ignacio e comer no La Huella, comer alguma coisa – doce ou salgada – na Boutique do La Bourgogne (é caro e só aceita cash nessa boulangerie), comer waffle no L’Auberge num dia mais feio ou frio, tomar um sorvete na Freddo, no Arlecchino (eu não gosto, mas tem filas quilométricas) ou na Volta (sensacional), comer “o” churros no Manolo, passear pela Barra à noitinha, ir no Conrad conhecer o cassino (eu odeio cassino, mas não podia deixar de dar essa dica), pegar praia em Bikini e tomar alguma coisa no Cactus, ir na Casa Pueblo no pôr do sol, happy hour ou almoço no Serena com pôr do sol (maravilhoso)… A praia rola mais tarde e só enche lá pelas 3 da tarde ou mais tarde. Escurece tarde também. Sempre levar uma malha ou casaquinho para a praia porque costuma dar uma esfriada quando o sol se põe!

– Praias: Bikini (para a galera jovem), Jose Ignacio e de preferência fazer uma reserva para almoçar ou jantar no La Huella, Parador La Caracola (fiz um post sobre ele) em Jose Ignacio, Playa Brava Parada 30 (freqüentado por argentinos e gauchos, não é hype, mas é bacana), Playa Mansa Parada 5 (reduto da gauchada)

– Restaurantes e afins: Punta é um lugar de temporada, então tem lugares que abrem e que fecham a cada novo verão. Após a minha temporada em 2013, fiz um post com um guiazinho dos restaurantes de Punta.

Os que eu mais gosto são: Al Mare (Hotel Serena) e La Huella (em Jose Ignacio) – ambos são legais para almoço e para jantar. Outras alternativas: Café Flô e Baby Gouda (@Barra); Mistura e La Linda (@Manantiales); Namm + Marismo + Almacén El Placer (do mesmo dono do La Bourgogne) + Sarava (@Jose Ignacio); Bosques: La Bourgogne (francês clássico, bem caro!), Floreal (tradicional, comida maravilhosa – super old schoool), L´Incanto (italiano que eu adoro pelo conjunto) e La Table de Jean Paul (do mesmo dono do La Bourgogne); El Palenque e Boca Chica Asados (Parrilla); Península: Boca Chica, Guappa e Virazón – a comida não é nada demais, mas são alternativas por ali.

– Precisa alugar carro ou estar de carro em Punta? SIM – tudo é longe e não rola ficar dependendo de táxi. Eu costumo alugar da Avis, da Thrift, Puntacar ou da Hertz e já pego no proprio aeroporto em Montevideo. Na época do reveillón, elas costumam exigir um número mínimo de diárias. Uma locadora local em Punta é a Mariño, onde aluguei da ultima vez e adorei. Carros bem mais novinhos que os da Avis e Hertz.

No meu blog – tem a ver comigo – criei categoria chamada Punta para facilitar o acesso às informações de lá.

Saludos!

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Tem a ver comigo

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30 abril, 2013Por Betina Siegmann

Uma viagem que amamos foi para a África do Sul e quis dividir essas dicas com vocês

Normalmente organizo as minhas viagens “all by myself”, mas nessa viagem segui a dica da minha amiga Carol B. e usei o serviço da Atlantic Connection, operadora especializada em África. Curtimos bastante porque entenderam total o nosso espírito, nos prepararam um roteiro bacana – mesclando dicas imperdíveis turísticas e “locais”, com um custo-beneficio ótimo e nos deram dicas bem pouco óbvias que foram o ponto alto da viagem.

África do Sul – infos essenciais:

* Como ir? vôo da South African Airlines no trecho são Paulo – Johanesburgo. E a partir de Johanesburgo se pegam os vôos interno.

* Quanto tempo ficar? A nossa viagem teve 8 dias de duração e na nossa opinião foi perfeito!

* Qual o roteiro fizemos? 2 dias de Safári no Kapama River Lodge e 5 noites em Cape Town. E decidimos não parar em Johanesburgo.

– Safári: fizemos o nosso Safári em uma reserva privada chamada Kapama que fica bem pertinho do Kruger National Park. Lá ficamos no Kapama River Lodge – acabamos ficando na Royal Suíte (upgrade!) e amamos. Mesmo os quartos mais simples são legais. A comida é ótima e isso é importante porque você está no meio do nada e faz todas as refeições lá. E o Safári em si foi demais – são 2 por dia (um bem cedinho e outro no fim da tarde) e vimos um monte de animais. Foi o máximo!

– Cape Town: Ficamos no Ambassador Hotel, em Bantry Bay. Ele não fica no famoso Waterfront e essa era a idéia. Queríamos ficar em algum lugar menos turístico e essa foi uma ótima pedida. Outras dicas legais são o Westin Cape Town e o Ezard House em Camps Bay. Alugamos carro em Cape Town e isso fez toda a diferença porque pudemos visitar um monte de coisas legais e ficar totalmente livres quanto a horários (afinal, estávamos de férias) e roteiros.

* Passeios em Cape Town e arredores:

– Cape Point (onde fica o Cabo da Boa Esperança). Fomos curtindo o visual até lá e paramos para conhecer a praia de Clifton (1st, 2nd e 3rd beach), conhecemos a praia de Llandudno que é um point de surf e gente bacana, sem contar que é lindo lindo! Entramos em Hout Bay para pegar a Chapman Peak Drive, uma estrada maravilhosa, cheia de mirantes para curtir o visual. Um dos pontos altos da viagem! Depois seguimos até o Cape Point, parque onde fica o Cabo da Boa Esperança e o Diaz Look out. Visual incrível também – mas para mim, esse conjunto “passeio até lá + Cape Point” é que vale a pena. Na volta, paramos em Boulders, praia onde fica uma colônia de pingüins. E também na University of Cape Town, que é bem bonita.

– Programa delicioso, fora do circuito turístico: The Market, no The Old Biscuit Mill, sábado de manhã. O lugar é legal pra ser visitado em qq dia, mas no sábado tem um mercado demais, com roupas descoladas e barraquinhas com todo tipo de comida. A rua do mercado também merece um passeio, cheia de lojinhas e restaurantes legais.

– Jardim Botânico de Kirstenbosch + La Colombe: O jardim botânico é simplesmente lindo, programinha relax para dar uma andada e curtir o visual. Aproveitamos para ir lá no fim da manhã e já fomos direto para a vinícola Constantia Uitsig onde fica o restaurante La Colombe que é divino. Melhor refeição da viagem num lugar lindo!

– Table Mountain: cartão postal de Cape Town, tem uma bondinho para subir nela. Deixamos para o ultimo dia que era sábado e tinha uma fila gigante… Desistimos!

– Vinícola Vergelegen + R44 + Hermanus + The Marine: Fomos na vinícola de Vergelen, que é a mais antiga da África do Sul. Saímos de Cape Town e dirigimos até lá – curtimos o visual da vinícola, passeamos e comemos no Restaurante Lady Philips e estava ótimo. De lá pegamos a estrada R44 – visual maravilhoso – e fomos até Hermanus. Hermanus é uma cidade bem praiana e é considerado o melhor lugar de observação de baleia do mundo. E justamente os meses que elas vêem para a costa da África do Sul é setembro e outubro. Tem vários pontos de observação e o Adriano tinha nos dado a dica de ir para o Sievers Punt e de fato foi fantástico. Vimos um monte de baleias – umas mais perto, outras mais longe. Muito legal. Finalizamos o nosso passeio em Hermanus, indo conhecer o Hotel The Marine que é um Relais & Chateaux que tem lá, e fizemos um lanche no restaurante com direito a um visual lindo!

– Signal Hill – nos deram a dica de pegar o pôr do sol em Signal Hill, um morro super alto dentro de Cape Town. Fomos lá curtir o visual e a vista para a cidade é super bonita. Lá de cima, você vê Cape Town + Table Mountain + Lion’s Head (outro morro super alto)

– O principal ponto turístico e de compras de Cape Town é o Victoria and Alfred Waterfront, um complexo enorme com shopping, restaurante, prédios comerciais e hotéis. Mas o “miolo” mesmo do Waterfront é o shopping Victoria Wharf – é lá que são as lojas mais legais e os restaurantes mais legais do Waterfront. Lá tem lojas como Gucci, Mac, Louis Vuitton, Burberry,… Tem que cuidar com o “enganation”, por exemplo, a loja da Polo que tem lá é uma falsificação da Pólo by Ralph Lauren… O layout da loja é idêntico e o famoso “cavalinho” fica pro lado oposto… Má fé total!

* Restaurantes em Cape Town: La Colombe (na Vinícola Constantia Uitsig), Salt (restaurante do hotel Ambassador) e The Test Kitchen (do chef Luke Dale Roberts no The Old Biscuit Mill, em Woodstock. Esquema menu degustação. Imperdível!).

* Restaurantes fora de Cape Town:

– Almoço no Bistro 1682. Fica dentro do Steemberg State, na Steemberg Road. é um espaço com hotel, spa, campo de golf e tem esse restaurante descolado e delicioso! O almoço acaba às 16, mas depois fica um esquema de tapas muito bom até anoitecer.

– Jantar no Tasting Room, dentro do Hotel Le Quartier Français em Franschhoek (região de vinícolas). Fica há pouco menos de 2hs de Capetown, então o esquema é dormir uma noite no hotel (um relais & chateaux) ou alugar um carro com motorista, para voltar tranqüilo do menu degustação de 8 pratos harmonizados com vinho. O restaurante é da chef premiadíssima Margot Janse. Se você não conseguir se esquematizar para o jantar, é possível almoçar uma seleção de tapas deliciosas e super diferentes no Common Room, da mesma chef.

* Clima e roupas: No Safári faz muito frio de manhã e quando anoitece, então levamos cashmere, casaco, cachecol, luva e foi super necessário mesmo. Levamos biquíni e afins tmb para tomar um sol e tmb foi bom! Protetor solar e repelente são super necessários. já em Cape Town, venta bastante, então tmb sempre é bom levar uma malha e casaco (como estávamos de carro – era super fácil). Todo mundo se veste de maneira bem relax na África do Sul.

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Betina Siegmann – Tem a ver comigo

 

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15 abril, 2013Por Betina Siegmann

Post original @temavercomigo

Dicas de Londres

Londres é uma cidade que eu amo, que fui em diferentes fases da minha vida e que sempre faz a minha cabeça.

Na preparação da viagem contei com a ajuda valiosíssima dos blogs Londres para Principiantes, Dri Everywhere, Viagens da Paulete, Iamleaving2day, Chicken wings, Helena Bordon, Consuelo Blocker… Misturei tudo isso com as minhas dicas e as dicas do meu blog e resultou numa viagem maravilhosa!

– Imperdível: comprar um chip para o teu celular e ficar mega conectada via sms, email, instagram, mapas, apps de Londres, etc…

– Como chegar? Para quem chegar de avião em Heathrow, a dica do Heathrow Express é ótima ligando o aeroporto até a estação Paddington (de lá peguei um táxi até o hotel). No trajeto Hotel – Heathrow, agendamos um táxi com a Just Airport e foi nota 10. Custou 30 libras e foi perfeito.

– Onde ficar? Londres tem hotéis para todos os gostos e bolsos. As regiões onde acho bacana ficar são: Knighstbridge (perto da Harrods, para dar uma referência) ou perto da Sloane Square ou em Mayfair ou Kensington. Tem desde os carérrimos Dorchester, The Connaught, Mandarin Oriental, Bvlgari – passando pelos hotéis “Design” ou “charmosos” como Sanderson, Number Sixteen, Knightsbridge Hotel (vale olhar o site da Firmdale Hotels), Kensington Hotel. Na categoria “mais em conta” tem o Base2stay e o My Chelsea Hotel. Resumo: é uma cidade para bater perna o dia inteiro, então independente de qualquer coisa, não acho que você ficará muito no hotel! Vi ainda uma dica muito legal de alugar apartamento no blog da Consuelo Blocker!

Eu fiquei no Kensington Hotel e amei – localização bacana (pertinho da estação South Kensington, pertinho do V&A Museum, cheio de restaurantes, delis, boulangeries por perto), hotel maravilhoso, custo benefício ótimo e um quarto pequeno, mas tudo bem. Amamos o conjunto!

– Como se locomover? Em um país civilizado vale tudo, nãoam?! Pernas, metrô (muito prático), bus, táxi e mini cab (versão mais barata de táxi, mas tem ser pré agendado)

– O que fazer?

Paraíso para quem curte arte – National Gallery (amo para ver os impressionistas), Courtauld Gallery (amei!), Victoria & Albert Museum (ficar de olho nas exposições temporárias – imperdíveis), Wallace Collection (amei!), Serpentine Gallery @Kensington Gardens, Tate Modern (acho que vale conhecer, claro, mas não amo o acervo – tem que ficar de olho nas temporárias), Tate Britain… Em geral os museus são todos de graça e só cobram as exposições temporárias.

Para quem curte arte contemporânea: Saatchi Collection e White Cube

Para quem curte história ou curiosidades: The British Museum, Churchill War Rooms (adorei – super interessante para quem curte história da segunda guerra), Museu de História Natural

Para quem curte tênis: fazer o tour por Wimbledon (o meu marido foi e adorou)

London Walks: você faz um tour guiado caminhando pela cidade em roteiros pré-determinados e temáticos (essa dica é da Cami – Iamleaving2day – e o Dan fez o tour de Westminster enquanto eu não chegava e adorou)

Tem que ir uma vez na vida: London Eye + Westminster, Big Ben e arredores, Trafalgar Square e National Gallery + Covent Garden e Seven Dials + Tower of London + a Muvuca desesperadora da Oxford Street com destaque para a Selfridge’s + a muvuca do Piccadilly Circus e a Regent Street + Sloane Street e Sloane Square + Notting Hill e Portobello Road Market + Kensington Gardens (foto que eu tirei), Kensington Palace, Albert Hall e o monumento ao Príncipe Albert + Green Park + Hyde Park

Greenwich – recebi essa dica de algumas pessoas, mas não fui. Mas acho que deve ser um programa pitoresco!

E o blog “Londres para Principiantes” sugere um Roteiro “Londres em 4 dias” que é bem bacana para se ter uma boa noção da cidade. Para quem vai pela primeira vez, acho que sempre vale aqueles city tours com os ônibus double decker onde você tem uma boa noção da cidade, aprende a se localizar e desce (e sobe!) onde der vontade

– Compras? A região mais bacana de compras para mim é a Sloane Street (começa ao lado da Harvey Nichols e vai até a Sloane Square) e da Sloane Square – acho um charme! As grifes poderosas estão nessa região da Sloane Street ou Old + New Bond Street e na região conhecida como The Lanes of Mayfair, conjunto de ruas limitadas pelas New Bond Street, Oxford street, Davis Street e Grosvenor Street. Ali que fica a icônica South Molton Street e a Brook Street bem como a Lancashire Court e a Avery Row. Quem quer cashmere, precisa ir na tradicionalérrima Burlington Arcade. No blog Iamleaving2day tem um post ótimo sobre as principais lojas de departamento da cidade, no blog Londres para Principiantes tem um post ótimo chamado “Shop ’til you drop” e também sobre o Westfield, o shopping de Londres que é uma alternativa aos caos da Oxford Street e que tem uma parte “premium” chamada Village como todas as grifes mais top.

– Restaurantes: Os mais legais dessa viagem – Hakkasan Mayfair (comemos super bem, drinks maravilhosos, atendimento impecável), L’Atelier de Joel Rebouchon (maravilhoso – o jantar como um todo), Scalini (italianinho delícia e despretensioso, pertinho da Harrods – fomos duas vezes de tão bom que foi), Byron (um fast food mais bonitinho – fomos na filial de South Kensington e o cheeseburger é maravilhoso) e Burger and Lobster (fomos no de Mayfair – lá só tem 3 pratos: lagosta, lobster roll ou cheeseburger – o Dan e a Carol B. foram de lagosta e amaram e eu me joguei no cheeseburger e foi o melhor da minha vida. Fora que o lugar é bacana, cheio de gente legal). Fomos no Zuma (eu já tinha ido) e apesar da comida e do serviço terem sido ótimos, o ambiente estava meio “business” demais – mas acho que é um clássico que vale conhecer. Fomos no Nobu – Berkeley Street só para uns drinks e estava o maior astral – é uma boa pedida para quem quiser comer um japa ou só tomar uns drinks como foi o nosso caso. Fomos também no Novikov, que não achamos nada demais, apesar de estar bem badalado. Tentamos almoçar no Cecconi’s, mas nem chance de conseguir mesa sem reserva!

Uma boa dica é fazer as reservas através do site Top Table (como o Open Table americano se chama na Inglaterra), que é muito fácil e prático – fiz um post sobre esse assunto.

Dica de Londres e especialmente de restaurante em Londres é o que não falta… Separei alguns links que valem a pena: dicas @Viagens de Paulete + dicas @Helena Bordon + dicas @Iamleaving2day + dicas da Carol B + dicas da Sophia @Bettys + dicas da Fê Granado + dicas do Ivo

Para ver todos os posts relacionados à Londres @Tem a ver comigo, clica aqui

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