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O menino do dedo verde

Dessa vez a dica de leitura é para as crianças. Para as de fato e para as que existem dentro de nós.

Amanhã é aniversário do meu priminho Lucas e eu quebrei a cabeça para descobrir um presente legal. Que criança não gosta de ganhar roupas – pelo menos a maioria – eu estou careca de saber. Mas também não queria dar mais um brinquedo que vai ter vida útil super curta ao lado da porção que ele já tem e que certamente vai ganhar nesse aniversário… Então me lembrei de um livro que a minha mãe leu para mim na infância e que foi o primeiro que eu li sozinha: O menino do dedo verde, de Maurice Druon.

O desafio era descobrir se, tantos anos passados, o livro ainda seria comercializado. Grata surpresa: este é considerado um clássico da literatura infantil e foi super fácil de encontrar. Comprei pela internet e recebi ontem. Não preciso nem dizer que o reli antes de embrulhar para presente, né? E já encomendei um novo para o meu acervo…

O livro é uma delícia! Suave, delicado, lúdico e com uma nova e bela lição a cada capítulo. Me vi lendo e explicando a história para a(s) criança(s) da(s) qual(s) eu serei mãe um dia… Espero que o Lucas curta o presente!

A capa da minha antiga edição era essa.

A edição que está à venda atualmente tem essa capa.

Olha que bacana esse trecho da mensagem do tradutor brasileiro, que precede a história: ”…certas obras não transcendem apenas as fronteiras dos países, mas também as fronteiras das idades: disfarçando a profundidade de suas mensagens na singeleza de um livro para crianças, dirigem-se realmente aos adultos. Só eles compreenderão mil coisas ditas entre as linhas ou sugeridas por vários símbolos. Mas nem por isso tais livros deixam de dar seu pleno recado às crianças, inclusive à criança que sobrevive em nós…”

Imagens: Reprodução 

Postado por: Michelle Mariotto

TAGS: dicas, leitura, literatura infantil, O menino do dedo verde.

 

 

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Por Betty Girls em 19/08/2011

Uma questão delicada

Este post é para mamães muito interessadas e preocupadas com o tópico “educação de filhos”: ontem terminei de ler um livro que comprei sábado, “Grito de Guerra da Mãe Tigre”, de Amy Chua. Acredito que muitas já devem ter ouvido/lido sobre esse livro, já que teve muito destaque em revistas e jornais nessas últimas semanas. Curiosa e muito interessada em saber mais sobre os métodos da mãe-tigre e toda a polêmica que ela conseguiu gerar no mundo todo, ‘devorei’ o livro, pois Amy é também articulada e bem-humorada; portanto, seu livro é de leitura fácil e muito interessante para levantarmos muitos questionamentos.

Confesso que perdi o fôlego algumas vezes com a leitura de coisas que ela diz ter feito/falado com suas filhas. Em relação aos métodos que usa para educá-las, obviamente fiquei chocada com muitas passagens mas tentava não julgá-la, pois, acima de tudo, o livro é biográfico e não pretende ser um “manual” de como educar filhas e filhos bem-sucedidos, apesar dela se vangloriar das “chinese mums”. Entendo a comoção que Amy causou, especialmente nos Estados Unidos, onde mora e é professora na Universidade de Yale: ela toca em algumas feridas abertas da educação ocidental, e em particular, me chamou atenção sua observação de que nós, ocidentais, ao contrário dos orientais que valorizam o trabalho duro, pouco valorizamos o esforço pessoal, preferindo dizer que nossos filhos são “especiais”, “talentosos” ou têm “dom” para alguma coisa. E que quem muito se esforça, ou estuda, por exemplo, não seria tão “privilegiado”, pois ‘esforçado’, para nós, é quase um sinônimo de “limitado”. A ênfase é no trabalho duro, dedicação (mesmo) e perseverança para se alcançar grandes resultados na vida.

Amy e suas filhas Lulu e Sophia

Enfim, eu não concordo com seus métodos e jamais os usaria com meus filhos, tampouco incentivaria alguém a utilizá-los. Mas foi um livro que me fez refletir muito: valores, educação (claro), expectativas, cultura e respeito pelas diferenças.

Recomendo muito a leitura para quem se interessa pelo assunto!

P.S.: Encontrei um link para um artigo muito bem escrito na Time Magazine sobre as ‘Tiger Mums” e algumas estatísticas interessantes sobre educação, psicologia e ciência cognitiva. Está em inglês mas quem preferir pode dar copy/paste na página do Google Tradutor para ler a matéria em português.

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Por Cris em 10/08/2011

Inspiração que vem dos blogs

Navegando pela Amazon em busca de novidades deparei-me com um “achado”: o livro Style Yourself, lançado em 21 de Junho deste ano e que é, basicamente, um livro de dicas de estilo de 95 blogueiras (muitas famosas) mundo afora. Pelo que pude checar do conteúdo do livro, além de muuuuitas fotos (a gente adora!), tem também sugestões de como fazer a melhor escolha (para você) das tendências e de como usá-las.

Como usar listras

Escolha seu modelo favorito

O vídeo promocional do livro também é ótimo e dá uma excelente ideia de seu conteúdo.

Style Yourself – www.amazon.com (US 16,47)

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Por Cris em 26/07/2011

A morte do gourmet

O que passa pela cabeça de um gênio da crítica gastronômica francesa em seus últimos dias de vida, ciente do fim? Será que ele se arrepende da forma como agiu e tratou as pessoas ao seu redor, será que sente falta de algo ao longo de sua trajetória?  As respostas a essas questões estão no romance (fictício) de Muriel Barbery, A morte do gourmet – livro fininho, de leitura rápida e muito prazerosa, indicado pela Renata nos comentários desse outro post: A elegância do ouriço.

Esse, na verdade, é o primeiro livro de sucesso da autora, escrito em 2000 – oito anos antes de A elegância do ouriço – mas lançado no Brasil apenas após a grande repercussão de seu sucessor. O protagonista é um dos personagens secundários de “A elegância”. E o mais interessante é que as duas histórias ocorrem simultaneamente!

Vou reproduzir um trechinho do livro para dar água na boca, ok?

“O campo… Minha catedral verde… Ali meu coração terá cantado seus cânticos mais fervorosos, ali meus olhos terão aprendido os segredos do olhar, meu gosto, os sabores da caça e da horta, e meu nariz, a elegância dos perfumes.” 

Que tal? Quem se anima para a leitura?

Imagem: Reprodução

Postado por: Michelle Mariotto

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Por Betty Girls em 22/07/2011

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