Ontem à noite finalmente assisti “Sete dias com Marilyn” ou “My week with Marilyn”, que é o título original.
A Lucy – outra amiga fofa e querida – me deu o DVD na semana passada. Disse que não gostou, preciso descobrir por que…
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Um menino de 23 anos, aficcionado por cinema, meio nerd, de uma família nobre do interior da Inglaterra e muito determinado cisma que vai trabalhar na industria cinematográfica, muda-se para Londres e atormenta a vida de um diretor/produtor até conseguir um trabalho em sua próxima filmagem. O que nem ele imaginava era que o tal filme teria Marilyn Monroe como protagonista em sua primeira viagem a Londres e o impacto que isso tudo teria em sua vida.
Baseado em episódios reais, tirados do diário (que viraram dois livros!) de Colin Clark – o tal garoto – o filme mostra os bastidores da filmagem de “The Prince and the showgirl” e o envolvimento da estrela com o terceiro assistente de direção, o próprio Clark.
Deixando à parte o enredo – que eu gostei bastante – o ponto alto do filme é revelar a mulher por trás do mito. Marilyn era filha de pai desconhecido e de mãe esquizofrênica internada ainda na infância da atriz. Foi criada em casas de estranhos. Era insegura, medrosa, infeliz, atormentada, extremamente carente e abusava da beleza e sensualidade na “personagem” Marilyn Monroe para seduzir a todos à sua volta e se sentir amada. Mas detestava o fato de que muitos aproximavam-se da estrela e não da pessoa.
Some-se a isso a interpretação impecável de Michelle Williams numa atuação de muita sensibilidade e temos um belo passatempo – com cultura, curiosidades e informação como valores agregados.
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Michelle Williams posando como a personagem.
Para quem gosta de cinema, esse é um capítulo imperdível da história da sétima arte. Como sempre, para dar um “gostinho”, vejam o trailer no link abaixo.
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Imagens: Reprodução
Postado por: Michelle Mariotto