Score
1 julho, 2013Por Betina Siegmann

Screen Shot 2013-07-01 at 18.50.32

Paris é incrível… a cidade é linda, para todos os lados que vc olha tem alguma coisa linda, antiga, histórica… as pessoas são super estilosas… se come super bem… as lojas são maravilhosas… pra quem curte arte, não faltam opções

Minhas dicas!

Onde ficar: eu curto me hospedar em Saint Germain, o bairro é incrível. Fiquei no Esprit de Saint Germain e curti muito (apesar do quarto pequeno). Já para os lados da Rue Saint Honoré e Place Vêndome, já fiquei no Crillon e curti (está fechado para reforma no momento) e ouvi que o Meliá Vendome tem um ótimo custo-benefício. Além disso tem os hotéis mais punks – Meurice, Mandarin, Bristol, Plaza Athenèe, etc…

Como ir: Tam ou Air France.

Restaurantes: Fiz um post aqui no Bettys com as minhas dicas de restaurante dessa ultima ida.

Além desses, vale mencionar: L’Avenue + Cafe Marly + Market + Relais de l’entrecote + Casa Bini (especializado em Carpaccio) + Caviar Kaspia + L’Atelier du Joel Robouchon

Doces e guloseimas: Angelina + Ladurèe (Rue Bonaparte com Rue Jacob em Saint Germain é bem mais legal e tranquilo que a da Champs Elysèes ou da Rue Royale. Tem tmb a Pierre Hermé e o Fauchon! Sorvete na Berthillon e na Amorino!

Compras – lojas de departamentos: Bon Marché (bem menos turística e lotada que a Galleries Lafayette) + Galleries Lafayette + Printemps + Samaritaine

Compras – grifes: Avenue Montaigne + Rue e Faubourg Saint Honoré + Saint Germain (Rue de Grenele e afins)

Compras – fast fashion: tem na Rue Rivoli, tem no Boulevard Haussmann (pertinho da Galleries Lafayette)

Compras – livro bacana/de arte: A Taschen tem uma loja própria em Paris, no coração de Saint Germain (Rue du Buci)

Compras – perfumes e velas: Annick Goutal, Fragonard, L´Artisan, Dyptique

Compras – gourmet: Place de la Madeleine  (Maille, Fauchon, Hediard, Maison de la truffe, Caviar Kaspia, Prunier, Mariage Fréres)

Museus: Fiz um post aqui no Bettys sobre os museus de Paris

* dica: vale a pena ir na FNAC e comprar os ingressos para os museus lá, assim a fila na entrada do Museu é beeeeem menor.

Passeios:

– vale muito a pena ir conhecer o Jardin du Luxembourg – é no meio de Saint Germain, é lindo e é um bom pit stop para dar uma sentada, curtir o visual e descansar os pés. Ah, e ali tem uma filial do Maison Angelina, maravilhoso para um café, doce ou lanchinho.

– mesmo se não for no Louvre, acho que vale dar uma caminhadinha ali pelos Jardin des Tuilleries que é lindo!!!

– ir conhecer os Marais: o bairro é muito bacana, é uma mistura que funciona entre gays, judeus ortodoxos e descolados! Tem uma rua chamada  Saint Croix de la Bretonnerie que tem várias lojas com coisas legais pra casa. As principais ruas lá são Vieille du temple + Francs Bourgeois + Rue des Rosiers. A place des Vosges fica bem pertinho e vale conhecer!

– vale muito a pena explorar bem o bairro de Saint Germain, de ambos os lados do Boulevard Saint Germain (de um lado Rue du Buci, Rue Jacob, Praça Furstemberg, comer na Ladurée…) e do outro lado onde tem as lojas e o Bon Marché (Rue du Grenele, Rue Rennes, etc)

– passear pelo Quartier Latin, Sorbonne, etc

– vale muito dar um bom passeio pela Avenue Montaigne, Avenue George V, Rue Marbeuf, Rue François 1er, Rue Marignan) e pela Champs-Elysèes (a avenida é linda, mas é tão turística/lotada que dá meio bode)

– Passear pelo Palais Royal

– Se quiser fazer um programa totalmente parisiense, sugiro ir de noite na Rue Montorgueil(2º Arrondissement: Châtelet-Les Halles) que é cheia de bares e restaurantes e é uma região bacana e bem fora do circuito das dicas habituais! Quem nos levou lá foi o Issa, amigo queridíssimo, que está morando em Paris ali pertinho! Nós comemos no Le Marie Stuart, que é uma graça!

– Passear pelas ilhas de la cité e saint louis, passando pela frente da Conciergerie + Notre Dame e passeando pela charmosa Ile da Saint Louis

– Caminhar caminhar caminhar

– Nunca fui conhecer o Bois de Bologne (jardim de Bagattele), nem o canal de saint martin nem o 16eme (rue du Passy) e tenho vontade

Fontes para dicas: Guia “Paris para Amar Paris” + Site Paris RD/RG + Conexão Paris

 

19

25 junho, 2013Por Betina Siegmann

Screen Shot 2013-06-25 at 10.09.54

Nas minhas férias (1 a 16 de maio de 2013) fizemos um giro pelo Oriente Médio (Israel e Jordânia) e terminamos em Paris.

Aqui estão as minhas dicas de restaurante – todos que fomos e recomendamos!

1. Café St Regis (Ile Saint Louis): um charme, comida ótima, atendimento simpático, bem despojado e “local”

2. Fontaine de Mars: um bistrô francês maravilhoso bem conhecido (fazer reserva) com comida, ambiente e atendimento impecáveis e bem despojado. Comi um steak bernaiseinesquecível e o Dan, um cassoulet!

3. Le Comptoir du Relais: no coração de Saint Germain, um dos restaurantes mais disputados de Paris (reservar. Nos fomos no almoço sem reserva mas bem tarde!) com comida francesa em releituras bem inventivas e comida maravilhosa. Eu comi um croque monsier com salmão defumado e ovas de harenque espetacular! Cardápio só em francês! Lugar bem relax também em termos de ambiente.

4. Le Stresa: italiano delicioso frequentado pela turma “parruda” ali dos arredores (Avenue Montaigne, Plaza Athenée) – comemos super bem e curtimos muito. Esse eh um restaurante mais “fresco” quando comparado aos demais, como curto ambos os tipos – acho que vale avisar

5. Maison de la truffe: restaurante e loja ali na Place de lá Madeleine – entramos lá para comprar manteiga trufada (e praline trufado) e acabamos almoçando ali. Ambiente bem tranquilo e comida ótima – bom descanso para as nossas andanças!

6. Hotel Costes: sim, entra ano e sai ano e ainda é um point com uma mistura de gente (modeletes, velhos tigrões, casais, jovens, fashion people, turistas), ótimos Drinks e comida muito boa!

– Comidinhas:

1. Angelina (filial do Jardim de Luxemburgo) e na Ladurée (Rue Bonaparte) para comer uns doces, tomar um café!

Observações:

– se eu não tivesse ido no L’Atelier do Joel Robuchon em Londres no feriado de 15 de novembro, eu teria ido lá agora. Acho que é uma dica que sempre vale!

– jantares mais gourmet e degustação são zero a nossa cara, então não há essas dicas por aqui.

Fontes de pesquisa: guia “Paris para Amar Paris” do Vicente Frare e o site “Paris RD/RG

O que não faltam são dicas de restaurantes em Paris, então sugiro dar uma olhadinha nesse post do Paris RD/RG para ver uma lista bem completa. E no guia do Vicente tem dicas separadas por bairros, ótimo!

 

21

6 maio, 2013Por Betina Siegmann

Vou para Punta desde criança (hábito comum entre os gaúchos, como eu) e amo! Apesar de muita gente ter aquele “pré-conceito” de que Punta é só glamour, cassino e tal – a verdade é que Punta tem programa para todos os gostos e idades e no meu caso é um lugar de se ir com a minha família e mesclar praia, esporte, restaurantes, amigos e baladas.

Então começo as dicas com informações essenciais sobre Punta!

– Como chegar em Punta? você pode pegar vôo para Montevidéu (120km de Punta) ou Punta

A Tam e a Gol voam para lá. Aerolíneas Argentinas também é uma opção.

até existem vôos diretos para Punta – mas normalmente são vinculados a pacotes ou ao fretamento do Hotel Conrad.

Do aeroporto de Montevidéu para Punta rola ir de carro (alugado), de táxi ou de ônibus (mega tranqüilo e confortável e te larga na rodoviária de Punta)

– Quando ir? Punta é legal mesmo no verão, especialmente se for a primeira ida para conhecer. A temporada inicia de verdade lá pelo dia 26 de dezembro e vai até o carnaval. A semana mais badalada é a do Reveillón quando Punta lota! A brasileirada é maioria no reveillon em Punta com predomínio de gaúchos e paulistas! Se você quiser fugir dos brasileiros, sugiro ir em janeiro depois do reveillon.

– Clima: Punta mesmo no verão pode surpreender com um vento bem gelado quando o sol se põe. Então a mala de Punta acaba tendo de short a cashmere, de havaiana a bota, vale sempre levar um casaquinho para o pós praia, uma jaqueta de couro é perfeita…

– Onde ficar? Punta é bem “espalhada” – tu podes te hospedar na Península (parte mais antiga e tradicional de Punta), nos Bosques, na Barra, em Montoya, na Praia Brava, na Praia Mansa, em José Ignácio…

Eu sempre fico na Península – é o lugar que eu mais gosto porque sempre vou no esquema “família”: lá tem edifícios de apartamentos super legais, tem as lojas, padarias, confeitarias, sorveteria, alguns restaurantes, tem o iate clube, o calçadão (rambla) onde se faz esporte (corre/caminhar/andar de bike)… Tem gente de todas as idades, famílias, jovens, criançãs, etc. é onde os gaúchos costumam se hospedar; é onde eu fico desde criança! Dá para fazer um monte de coisa a pé! é a Punta “old school”

Na Barra é tudo mais charmoso e descolado, é inclusive mais perto das praias da moda. é o point dos argentinos e dos jovens. Gosto de ir na Barra para jantar ou curtir um fim de tarde pós praia – nunca me hospedei lá. Deve ser bacana principalmente para uma turma só de galera, jovens e afins

Nos Bosques é onde ficam as casas, é para quem curte um esquema mais família e caseiro. Ali pertinho também tem várias opções de apartamento nos arredores da Roosevelt (avenida importante de Punta) – mas tem que pegar o carro para ir para qualquer lugar.

Jose Ignacio é super longe de Punta (35 km – lembrando que tem trânsito na Barra) – tem gente que curte se hospedar por lá. Tem opções legais de casa para alugar, hotéis charmosos, muitos dos restaurantes mais “hype” são por lá… Mas é uma proposta diferente do que ficar em Punta ou na Barra. Acho que Jose Ignacio é um esquema pra quem quer ficar numa casa fantástica ou num puta hotel como o Vik e fazer a vida meio por lá, sabe? é bem mais rústico, sei lá… Acho que uma coisa é ficar em Jose Ignacio e outra é ficar em Punta. Eu, por exemplo, tenho zero vontade de ficar lá – mas acho que ir para José Ignacio é obrigatório, ir nos restaurantes, ir no La Huella, etc! Acho que só rola se hospedar em Jose Ignacio se tu já conheces bem Punta e arredores e sabe exatamente qual é a de Jose Inacio pra não ter surpresas!

*** IMPORTANTE: acho roubada alugar casa em Punta porque são muito freqüentes os assaltos a casas (infelizmente). Nunca ouvi nenhum relato de violência, mas sei de muitos (muitos mesmos) casos de assaltos a casas durante a temporada ***

– Hotéis: Punta tem todos os tipos de hotéis, os mais conhecidos são o Conrad, Mantra (fica na Barra), Serena (na Mansa, meio fora de mão – mas charmoso e com uma piscina ótima), AWA (hotel butique nos Bosques), L’Auberge (mega tradicional), Playa Vik (Jose Ignacio), Fasano Las Piedras (é no meio do nada numa proposta bem chique e rústica, se essa for a proposta – se joga!), Las Olas (flat na Barra) e depois os menores e tradicionais na Península: Acqua, Remanso, Castilla, London, Best Western, etc…

– Imobiliária em Punta: o que não falta em Punta é Imobiliária. Minha family tem alugado nos últimos anos na Todo Punta com o Rodrigo.

– Programas clássicos (nem todos eu gosto, mas que são clássicos, isso eles são): corrida ou caminhada pelo “calçadão” a beira mar; comer “medialunas calentitas”, ida a Jose Ignacio e comer no La Huella, comer alguma coisa – doce ou salgada – na Boutique do La Bourgogne (é caro e só aceita cash nessa boulangerie), comer waffle no L’Auberge num dia mais feio ou frio, tomar um sorvete na Freddo, no Arlecchino (eu não gosto, mas tem filas quilométricas) ou na Volta (sensacional), comer “o” churros no Manolo, passear pela Barra à noitinha, ir no Conrad conhecer o cassino (eu odeio cassino, mas não podia deixar de dar essa dica), pegar praia em Bikini e tomar alguma coisa no Cactus, ir na Casa Pueblo no pôr do sol, happy hour ou almoço no Serena com pôr do sol (maravilhoso)… A praia rola mais tarde e só enche lá pelas 3 da tarde ou mais tarde. Escurece tarde também. Sempre levar uma malha ou casaquinho para a praia porque costuma dar uma esfriada quando o sol se põe!

– Praias: Bikini (para a galera jovem), Jose Ignacio e de preferência fazer uma reserva para almoçar ou jantar no La Huella, Parador La Caracola (fiz um post sobre ele) em Jose Ignacio, Playa Brava Parada 30 (freqüentado por argentinos e gauchos, não é hype, mas é bacana), Playa Mansa Parada 5 (reduto da gauchada)

– Restaurantes e afins: Punta é um lugar de temporada, então tem lugares que abrem e que fecham a cada novo verão. Após a minha temporada em 2013, fiz um post com um guiazinho dos restaurantes de Punta.

Os que eu mais gosto são: Al Mare (Hotel Serena) e La Huella (em Jose Ignacio) – ambos são legais para almoço e para jantar. Outras alternativas: Café Flô e Baby Gouda (@Barra); Mistura e La Linda (@Manantiales); Namm + Marismo + Almacén El Placer (do mesmo dono do La Bourgogne) + Sarava (@Jose Ignacio); Bosques: La Bourgogne (francês clássico, bem caro!), Floreal (tradicional, comida maravilhosa – super old schoool), L´Incanto (italiano que eu adoro pelo conjunto) e La Table de Jean Paul (do mesmo dono do La Bourgogne); El Palenque e Boca Chica Asados (Parrilla); Península: Boca Chica, Guappa e Virazón – a comida não é nada demais, mas são alternativas por ali.

– Precisa alugar carro ou estar de carro em Punta? SIM – tudo é longe e não rola ficar dependendo de táxi. Eu costumo alugar da Avis, da Thrift, Puntacar ou da Hertz e já pego no proprio aeroporto em Montevideo. Na época do reveillón, elas costumam exigir um número mínimo de diárias. Uma locadora local em Punta é a Mariño, onde aluguei da ultima vez e adorei. Carros bem mais novinhos que os da Avis e Hertz.

No meu blog – tem a ver comigo – criei categoria chamada Punta para facilitar o acesso às informações de lá.

Saludos!

Screen Shot 2013-05-06 at 13.02.25

Screen Shot 2013-05-06 at 13.03.22

Screen Shot 2013-05-06 at 13.03.44

Screen Shot 2013-05-06 at 13.03.59

Screen Shot 2013-05-06 at 13.04.09

Screen Shot 2013-05-06 at 13.04.20

Screen Shot 2013-05-06 at 13.04.30

Screen Shot 2013-05-06 at 13.04.41

Tem a ver comigo

20

30 abril, 2013Por Betina Siegmann

Uma viagem que amamos foi para a África do Sul e quis dividir essas dicas com vocês

Normalmente organizo as minhas viagens “all by myself”, mas nessa viagem segui a dica da minha amiga Carol B. e usei o serviço da Atlantic Connection, operadora especializada em África. Curtimos bastante porque entenderam total o nosso espírito, nos prepararam um roteiro bacana – mesclando dicas imperdíveis turísticas e “locais”, com um custo-beneficio ótimo e nos deram dicas bem pouco óbvias que foram o ponto alto da viagem.

África do Sul – infos essenciais:

* Como ir? vôo da South African Airlines no trecho são Paulo – Johanesburgo. E a partir de Johanesburgo se pegam os vôos interno.

* Quanto tempo ficar? A nossa viagem teve 8 dias de duração e na nossa opinião foi perfeito!

* Qual o roteiro fizemos? 2 dias de Safári no Kapama River Lodge e 5 noites em Cape Town. E decidimos não parar em Johanesburgo.

– Safári: fizemos o nosso Safári em uma reserva privada chamada Kapama que fica bem pertinho do Kruger National Park. Lá ficamos no Kapama River Lodge – acabamos ficando na Royal Suíte (upgrade!) e amamos. Mesmo os quartos mais simples são legais. A comida é ótima e isso é importante porque você está no meio do nada e faz todas as refeições lá. E o Safári em si foi demais – são 2 por dia (um bem cedinho e outro no fim da tarde) e vimos um monte de animais. Foi o máximo!

– Cape Town: Ficamos no Ambassador Hotel, em Bantry Bay. Ele não fica no famoso Waterfront e essa era a idéia. Queríamos ficar em algum lugar menos turístico e essa foi uma ótima pedida. Outras dicas legais são o Westin Cape Town e o Ezard House em Camps Bay. Alugamos carro em Cape Town e isso fez toda a diferença porque pudemos visitar um monte de coisas legais e ficar totalmente livres quanto a horários (afinal, estávamos de férias) e roteiros.

* Passeios em Cape Town e arredores:

– Cape Point (onde fica o Cabo da Boa Esperança). Fomos curtindo o visual até lá e paramos para conhecer a praia de Clifton (1st, 2nd e 3rd beach), conhecemos a praia de Llandudno que é um point de surf e gente bacana, sem contar que é lindo lindo! Entramos em Hout Bay para pegar a Chapman Peak Drive, uma estrada maravilhosa, cheia de mirantes para curtir o visual. Um dos pontos altos da viagem! Depois seguimos até o Cape Point, parque onde fica o Cabo da Boa Esperança e o Diaz Look out. Visual incrível também – mas para mim, esse conjunto “passeio até lá + Cape Point” é que vale a pena. Na volta, paramos em Boulders, praia onde fica uma colônia de pingüins. E também na University of Cape Town, que é bem bonita.

– Programa delicioso, fora do circuito turístico: The Market, no The Old Biscuit Mill, sábado de manhã. O lugar é legal pra ser visitado em qq dia, mas no sábado tem um mercado demais, com roupas descoladas e barraquinhas com todo tipo de comida. A rua do mercado também merece um passeio, cheia de lojinhas e restaurantes legais.

– Jardim Botânico de Kirstenbosch + La Colombe: O jardim botânico é simplesmente lindo, programinha relax para dar uma andada e curtir o visual. Aproveitamos para ir lá no fim da manhã e já fomos direto para a vinícola Constantia Uitsig onde fica o restaurante La Colombe que é divino. Melhor refeição da viagem num lugar lindo!

– Table Mountain: cartão postal de Cape Town, tem uma bondinho para subir nela. Deixamos para o ultimo dia que era sábado e tinha uma fila gigante… Desistimos!

– Vinícola Vergelegen + R44 + Hermanus + The Marine: Fomos na vinícola de Vergelen, que é a mais antiga da África do Sul. Saímos de Cape Town e dirigimos até lá – curtimos o visual da vinícola, passeamos e comemos no Restaurante Lady Philips e estava ótimo. De lá pegamos a estrada R44 – visual maravilhoso – e fomos até Hermanus. Hermanus é uma cidade bem praiana e é considerado o melhor lugar de observação de baleia do mundo. E justamente os meses que elas vêem para a costa da África do Sul é setembro e outubro. Tem vários pontos de observação e o Adriano tinha nos dado a dica de ir para o Sievers Punt e de fato foi fantástico. Vimos um monte de baleias – umas mais perto, outras mais longe. Muito legal. Finalizamos o nosso passeio em Hermanus, indo conhecer o Hotel The Marine que é um Relais & Chateaux que tem lá, e fizemos um lanche no restaurante com direito a um visual lindo!

– Signal Hill – nos deram a dica de pegar o pôr do sol em Signal Hill, um morro super alto dentro de Cape Town. Fomos lá curtir o visual e a vista para a cidade é super bonita. Lá de cima, você vê Cape Town + Table Mountain + Lion’s Head (outro morro super alto)

– O principal ponto turístico e de compras de Cape Town é o Victoria and Alfred Waterfront, um complexo enorme com shopping, restaurante, prédios comerciais e hotéis. Mas o “miolo” mesmo do Waterfront é o shopping Victoria Wharf – é lá que são as lojas mais legais e os restaurantes mais legais do Waterfront. Lá tem lojas como Gucci, Mac, Louis Vuitton, Burberry,… Tem que cuidar com o “enganation”, por exemplo, a loja da Polo que tem lá é uma falsificação da Pólo by Ralph Lauren… O layout da loja é idêntico e o famoso “cavalinho” fica pro lado oposto… Má fé total!

* Restaurantes em Cape Town: La Colombe (na Vinícola Constantia Uitsig), Salt (restaurante do hotel Ambassador) e The Test Kitchen (do chef Luke Dale Roberts no The Old Biscuit Mill, em Woodstock. Esquema menu degustação. Imperdível!).

* Restaurantes fora de Cape Town:

– Almoço no Bistro 1682. Fica dentro do Steemberg State, na Steemberg Road. é um espaço com hotel, spa, campo de golf e tem esse restaurante descolado e delicioso! O almoço acaba às 16, mas depois fica um esquema de tapas muito bom até anoitecer.

– Jantar no Tasting Room, dentro do Hotel Le Quartier Français em Franschhoek (região de vinícolas). Fica há pouco menos de 2hs de Capetown, então o esquema é dormir uma noite no hotel (um relais & chateaux) ou alugar um carro com motorista, para voltar tranqüilo do menu degustação de 8 pratos harmonizados com vinho. O restaurante é da chef premiadíssima Margot Janse. Se você não conseguir se esquematizar para o jantar, é possível almoçar uma seleção de tapas deliciosas e super diferentes no Common Room, da mesma chef.

* Clima e roupas: No Safári faz muito frio de manhã e quando anoitece, então levamos cashmere, casaco, cachecol, luva e foi super necessário mesmo. Levamos biquíni e afins tmb para tomar um sol e tmb foi bom! Protetor solar e repelente são super necessários. já em Cape Town, venta bastante, então tmb sempre é bom levar uma malha e casaco (como estávamos de carro – era super fácil). Todo mundo se veste de maneira bem relax na África do Sul.

Screen Shot 2013-04-30 at 14.52.47

Screen Shot 2013-04-30 at 14.52.56 1

Screen Shot 2013-04-30 at 14.53.06

Screen Shot 2013-04-30 at 14.53.15

Screen Shot 2013-04-30 at 14.53.27

Screen Shot 2013-04-30 at 14.53.35

 

Betina Siegmann – Tem a ver comigo

 

10