O título deste post é creditado a um arquiteto que idolatro, Mies Van Der Rohe. Serve para tudo, até para as produções masculinas.
A flor na lapela é um detalhe precioso:
Assim como a casa vermelha do paletó:
Relógios, pulseiras…
Lenço no bolso do colete, pulseiras, decote…
Mais pulseiras:
Prêmio pelo conjunto da obra – o menino é um detalhe precioso.
Postado por: Wair de Paula – www.cronicasgulosas.blogspot.com
P.S. da Cris: Preciso convencer o Wair a postar seus looks durante uma semana… Já que vocês gostaram das produções do Márcio, queria fazer também uma semana com o Wair. Ele se veste tão bem, tem um bom gosto incrível… Vocês iriam adorar!
Adoro o blog They Draw & Cook, que cumpre exatamente o que promete – receitas desenhadas por uma montanha de gente talentosa. As receitas são boas, mas as ilustrações são fantásticas. E aproveitando a chegada do dia dos namorados, segue outra receita fácil e que promete sucesso. Escolhi o desenho/receita de Michele Greulich que são altamente adequados para a data.
Trilha sonora para esta receita : ´Til the cops come knocking, de Maxwell – sugestivo, não?
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Recentemente, em Shanghai, deparei-me com um senhor andando de bicicleta carregando uma absurdamente instável pilha de cestos de palha, 3 vezes mais alta que sua estatura. Era um emaranhado de cestas e peneiras de tal forma entrelaçados que criava uma estrutura única, e imediatamente me lembrei das formigas, que suportam pesos muito superiores ao seu próprio. Justamente naquele dia eu tinha deixado a máquina fotográfica no hotel, cansado que estava de carregar peso (quase nada perto do que estava vendo, claro!).
Aquela imagem me intrigou sobremaneira, e pesquisando descobri que o fotógrafo ALAIN DELORME já havia fotografado estes intrépidos carregadores, numa série intitulada TOTEMS, teorizando serem estes homens e mulheres os novos tótens de uma sociedade em transformação. E as fotos não são lindas?
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Alguns figurinos de filmes se tornaram clássicos com tal dimensão que geraram tendências e referências, quando não infinitas cópias – algumas sutis, outras nem tanto. Depois de fazer o icônico vestido de MM em “O Pecado Mora ao Lado”, William Jack TRAVILLA ganhou o oscar de melhor figurino com…DALLAS. Aliás, neste filme, apesar da cena do vestido sobre o vento da saída do metrô ter ajudado La Monroe a se tornar uma deusa inalcançável, seu personagem chamava-se apenas “The Girl”…
Aproveitei e fiz uma pequena lista dos figurinos mais lembrados, imitados, cultuados.
Comecemos com a magnífica Edith Head em “All About Eve”, que vestiu Bete Davis e a estreante Marilyn Monroe,
e também teve a oportunidade de fazer o figurino de uma das mais belas do cinema, Grace Kelly em “Janela Indiscreta”
Rita Hayworth também teve a ajuda do estilista Jean Louis para tornar “Gilda” uma deusa sexual,
que fez também “A mulher de Satã” em figurino e imagens atualíssimas.
Audrey Hepburn e seu amigo Hubert de Givenchy definiram os padrões de sensualidade chic em “Bonequinha de luxo).
Chic até hoje, referência em inúmeros editoriais, desfiles e coleções. Paco Rabane arrasa com a curvilínea (até hoje) Jane Fonda em “Barbarella”,
assim como Shirley Russel define a personagem de Ann Margret na ópera-rock Tommy.
Até Madame Vionnet aparece na inspiração óbvia do vestido (copiadíssimo) de Keira Knightley em “Desejo e Reparação” .
E como adoro Juliane Moore, e amo Tom Ford, não podia esquecer da beleza do figurino de “A Single Man” -aliás, qualquer coisa que ela faça eu adoro.
Por sorte e deleite nosso, a lista é longa, não cabe num único post…
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